O ENIGMA VAZIO: IMPASSES DA ARTE E DA CRITICA
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OBJETO
DE DESEJO
Até onde a obra é uma criação do artista e a partir de quando passa a ser criação daqueles que pensam o criador e a criatura? Refletir sobre a arte pode se tornar um exercício tão complexo quanto os próprios objetos de análise – um desafio ao qual mesmo os críticos podem sucumbir, diante do mosaico de conceitos e opiniões que podem mais confundir que localizar os parâmetros do que é ou não arte e ser artista. Poeta, ensaísta, cronista e professor, Affonso Romano de Sant’Anna, ganhador do Jabuti em 2006, analisa, em O enigma vazio – Impasses da arte e da crítica, os principais sofismas em que se baseia a arte conceitual e propõe uma nova episteme para reavaliação da arte do século XX.
Dando continuidade às análises iniciadas em Desconstruir Duchamp: Arte na hora da revisão e A cegueira e o saber, o autor recorre à lingüística, à filosofia, à retórica e à análise literária para pôr a arte e a crítica no divã, analisando e, em alguns momentos, desconstruindo seus discursos e argumentos, apontando suas contradições e exageros. Ao fazer isso, Sant’Anna questiona também os limites da arte contemporânea, uma arte conceitual, que prioriza o pensamento, a idéia e a linguagem, deslocando o enfoque da obra para a proposta da obra. Daí a importância de se fazer a crítica da crítica.
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