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Em 'Janela para morte', o detetive Philip Marlowe está mais sentimental do que nunca e todo o enredo move-se entre os dois opostos da escala social norte-americana - os ricos de Pasadena (simbolizado pela astuta sra. Elizabeth Murdock, que contrata o detetive para descobrir o paradeiro de uma antiga e valiosíssima moeda) e os moradores dos bairros pobres de Los Angeles (estes mais numerosos). Nesta obra, Raymond Chandler demonstra sua sensibilidade aguçada ao colocar em cena aquilo que de pior a cultura americana teria a oferecer nas décadas que seguiriam; marginais desempregados, pessoas ostracizadas e excluídas da vida elegante das colinas de Los Angeles, a mesquinhez e a falta de escrúpulos quando se trata de dinheiro, relacionamentos doentios (entre mãe e filho, entre patrão e empregado), chantagem, policiais desencantados, tortura psicológica, assédio sexual, adultério e fraude.
Título: Uma janela para a morte
ISBN: 9788525414106
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 11 x 18
Páginas: 248
Ano copyright: 1943
Coleção: L&Pm Pocket
Ano de edição: 2005
Edição: 1ª
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Raymond Chandler nasceu em Chicago, em 23 de julho de 1888. Mudou-se para a Inglaterra com a família quando tinha 12 anos e, em 1912, retornou aos Estados Unidos. Após servir no Exército canadense durante a Primeira Guerra Mundial, estabeleceu-se na Califórnia e teve uma série de empregos, de contador a jornalista. Foi na época da Grande Depressão que ele passou a se dedicar seriamente à escrita, e seu primeiro conto, Chantagistas não atiram, que levou cinco meses para ser finalizado, foi publicado na revista Black Mask em 1933. Seis anos depois, publicou seu primeiro romance, O sono eterno, que introduziu ao mundo o detetive Philip Marlowe, que apareceria posteriormente em outros seis romances: Adeus, minha querida (1940), A janela alta (1942), A dama do lago (1943), A irmãzinha (1949), O longo adeus (1953) e Playback (1958), adaptado de um roteiro original. Chandler foi também autor de contos, adaptações cinematográficas e ensaios. Morreu em 1959.