Home › Livros › Humanidades › Sociologia
Autor: Zygmunt Bauman
Editora: Zahar
SOB ENCOMENDA Prazo de postagem em até 15 dias úteis.
Não consta quantidade deste produto em nossos estoques.
Para obtê-lo, este terá que ser adquirido junto a nossos fornecedores mediante checagem prévia de disponibilidade.
R$ 87,90
em até 3x sem juros
Danos colaterais são as perdas consideradas acidentais numa ação armada, como a morte de civis, o bombardeio de hospitais e escolas nas imediações do alvo de uma operação militar. Atualmente, ninguém assume a responsabilidade pelos danos colaterais dos atos de guerra.Com seu particular brilhantismo, Zygmunt Bauman transpõe a ideia de danos colaterais para o plano da sociedade. No mundo líquido-moderno, não interessa se há vítimas das ações políticas e econômicas. As perdas são “naturalizadas”.Pior ainda, as próprias vítimas são culpabilizadas por sua exclusão. Essa naturalização é observada sobretudo na indiferença dos políticos em relação aos homens e mulheres sacrificados pelo processo de globalização.Nesse novo livro, composto por onze ensaios, Bauman examina a afinidade seletiva entre o crescimento da desigualdade social e a expansão do volume de “danos colaterais”, e considera seus custos e implicações: indiferença em relação ao outro; hipertrofia da subjetividade; declínio do julgamento ético nas relações humanas; tendência de as autoridades lavarem as mãos diante da exclusão, considerando-a um mal necessário.
Título: Danos colaterais: desigualdades sociais numa era global
ISBN: 9788537809389
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21 x 1,3
Páginas: 228
Ano copyright: 2013
Coleção:
Ano de edição: 2013
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
Tempo de Duração:
Quantidade de discos:
Selo:
Código:
Zygmunt Bauman nasceu em 1925, na Polônia. Sociólogo, iniciou sua carreira na Universidade de Varsóvia, onde teve artigos e livros censurados e em 1968 foi afastado da universidade. Logo em seguida emigrou da Polônia, reconstruindo sua carreira no Canadá, Estados Unidos e Austrália, até chegar à Grã-Bretanha, onde em 1971 se tornou professor titular da Universidade de Leeds, cargo que ocupou por vinte anos. Responsável por uma prodigiosa produção intelectual, recebeu os prêmios Amalfi (em 1989, por sua obra Modernidade e Holocausto) e Adorno (em 1998, pelo conjunto de sua obra). Professor emérito das universidades de Varsóvia e Leeds, tem mais de trinta livros publicados no Brasil, com enorme sucesso de público, dentre os quais destacam-se Amor Líquido, Globalização: as Consequências Humanas e Vidas Desperdiçadas. Zygmunt Bauman morreu em 9 de janeiro de 2017, em Leeds, na Inglaterra, aos 91 anos.