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Autor: Machado de Assis
Editora: Melhoramentos
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"De volta ao Brasil após estudar na Europa, o médico Simão Bacamartere instala-se em Itaguaí, sua cidade natal, e, após algum tempo, empolgado pelos seus estudos de psiquiatria, monta um manicômio o chamado a Casa Verde. No começo, tudo dá certo e a iniciativa é bem recebida pela população. Na Casa Verde são internadas as pessoas acometidas de loucura, até que os diagnósticos do doutor começam a abranger mais pessoas, gerando um sentimento geral de revolta. O Alienista é uma obra que se enquadra entre o conto e a novela pela sua extensão, e sua principal característica é a análise psicológica e acrítica social, numa linguagem irônica e de humor refinado."
Título: O Alienista Em Quadrinhos
ISBN: 9788506086155
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 20,5 x 27,5 x 0,4
Páginas: 72
Ano copyright:
Coleção:
Ano de edição: 2019
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
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Selo:
Código:
Autor: Machado de Assis
Adaptação: Franco de Rosas
Ilustrador: Arthur Garcia | Omar Vinole
Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. Nascido no Morro do Livramento, de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou universidade. Fundador da Cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras, ocupou sua presidência por mais de dez anos. Sua extensa obra constitui-se de nove romances e peças teatrais, duzentos contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas. Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias póstumas de Brás Cubas (1881). Este romance é posto ao lado de todas suas produções posteriores, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, ortodoxamente conhecidas como pertencentes a sua segunda fase, em que se notam traços de pessimismo e ironia. Sua primeira fase literária é constituída de obras como Ressurreição, A mão e a luva, Helena e Iaiá Garcia, onde notam-se características herdadas do Romantismo, ou "convencionalismo", como prefere a crítica moderna.