A alma encantadora das ruas

Autor: Joao do Rio
Editora: Academia Brasileira de Letras

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Sinopse

O décimo primeiro volume da Biblioteca da Academia apresenta-nos um dos mais interessantes livros da literatura brasileira, um clássico intemporal que fascina há anos diferentes gerações de leitores. Basta, para compreender, ler as palavras iniciais do prefácio de Claudia Poncioni: O título da coletânea ora reunida resume perfeitamente as crônicas que a compõem. Assombrosas, incríveis, insólitas, fascinantes, espantosas mas encantadoras eram as ruas do Rio de Janeiro de João do Rio, principal pseudônimo de Paulo Barreto (1881-1921)1, como ainda são as de 2018.

Dados

Título: A Alma Encantadora Das Ruas

ISBN: 9789898776907

Idioma: Português (PT)

Encadernação: Capa dura

Formato: 17 x 24

Páginas: 302

Ano copyright: 2016

Ano de edição: 2016

Edição:

Participantes

Autor: Joao do Rio

Autor

JOAO DO RIO

João do Rio é o pseudônimo literário de Paulo Barreto, cujo nome completo é João Paulo Emílio Cristóvão dos Santos Coelho Barreto. Jornalista, cronista, contista e teatrólogo, João do Rio nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 5 de agosto de 1881. Seu pai, o educador Alfredo Coelho, era adepto do Positivismo, e batizou o filho na igreja positivista, esperando que o pequeno Paulo viesse a seguir os passos de Teixeira Mendes. Mas Paulo Barreto jamais levaria a sério a igreja comtista, nem qualquer outra, a não ser como tema de reportagem. Fez os estudos elementares e de humanidades com o pai. Aos 16 anos, ingressou na imprensa. Em 1918, estava no jornal Cidade do Rio, ao lado de José do Patrocínio e o seu grupo de colaboradores. Surgiu então o pseudônimo de João do Rio. A princípio, seu objetivo ao adotar um nome genérico era permanecer anônimo. Contudo, foi por meio dessa designação que ele se tornou um marco na crônica urbana carioca. Seguiram-se outras redações de jornais, e João do Rio se notabilizou como o primeiro homem da imprensa brasileira a ter o senso da reportagem moderna. Começou a publicar suas grandes reportagens, que tanto sucesso obtiveram no Rio e em todo o Brasil, entre as quais "As religiões no Rio" e inquérito "Momento literário", ambos reunidos depois em livros. Nos diversos jornais em que trabalhou, ganhou enorme popularidade, consagrando-se como o maior jornalista de seu tempo. Usou vários pseudônimos, além de João do Rio, destacando-se: Claude, Caran d’ache, Joe, José Antônio José. Foi o criador da crônica social moderna. Como teatrólogo, teve grande êxito a sua peça A bela madame Vargas, representada pela primeira vez em 1912, no Teatro Municipal. Foi eleito para a Academia Brasileira de Letras em 7 de maio de 1910. Faleceu em 23 de junho de 1921.