Home › Livros › Literatura e Ficção › Literatura Brasileira
Autor: Erico Verissimo
Editora: Companhia das Letras
PRODUTO DISPONÍVEL Previsão de postagem em até 3 dias úteis.
R$ 99,90
em até 3x sem juros
Personagem inesquecível de O tempo e o vento, clássico da literatura brasileira, em edição especial.Segunda metade do século XVIII, Rio Grande do Sul. Única filha mulher de Pedro e Henriqueta Terra, Ana leva uma vida árdua, sem tempo para nenhum outro assunto que não seja a colheita, os afazeres domésticos e a preocupação com a invasão das terras. Um dia, ela conhece Pedro Missioneiro — mestiço de indígena nascido numa missão jesuítica —, deitado próximo a um riacho, ferido a bala. A partir desse encontro, o destino de Ana será radicalmente transformado.No posfácio escrito especialmente para esta edição, a romancista Morgana Kretzmann aponta Ana Terra como uma referência — não apenas literária — para as mulheres que precisam, de alguma forma, romper com as convenções. Para ela, trata-se de “uma história sobre esperança, sobre a coragem de viver num mundo comandado por homens e suas recorrências bélicas, que custam as vidas de milhares de inocentes para preservar territórios e riquezas”.Clássico da literatura brasileira, Ana Terra foi lançado originalmente como parte de O continente, de 1949, primeiro volume da saga O tempo e o vento, obra-prima de Erico Verissimo, e em 1970 saiu como volume avulso. Décadas mais tarde, o livro não perdeu em nada seu vigor e seu fascínio e segue apaixonando sucessivas gerações de leitores.
Título: Ana Terra (Edição Especial)
ISBN: 9788535942767
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 13,7 x 21 x 1
Páginas: 168
Ano copyright: 2025
Coleção:
Ano de edição: 2025
Edição: 2ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
Tempo de Duração:
Quantidade de discos:
Selo:
Código:
Erico Verissimo nasceu em 17 de dezembro de 1905 em Cruz Alta, no interior do Rio Grande do Sul. Trabalhou como bancário, balconista de armazém e farmacêutico até se mudar, aos 25 anos, para Porto Alegre. Na capital gaúcha, foi redator, diagramador e ilustrador da Revista do Globo, onde estreou como escritor com o conto Ladrões de gado. Ganhou diversos prêmios por sua obra literária, como o Jabuti (1966), o Juca Pato (1967), o do PEN Clube (1972) e o da Fundação Moinho Santista (1973). Tornou-se também um bem-sucedido autor de livros infantis e tradutor de obras importantes, como Contraponto, de Aldous Huxley. Erico Verissimo morreu em 1975, antes de concluir o segundo volume de suas memórias, Solo de clarineta, publicado postumamente.