Autor: Filipa Rosario
Editora: Documenta (pt)
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O cinema de Cassavetes é um cinema da palavra, sem deixar, ao mesmo tempo, de ser um cinema do corpo.[…] é a partir da tensão agonística entre a fixidez do argumento e a individualidade exacerbada da interpretação dos seus actores que os filmes de Cassavetes adquirem a tensão viva que lhes está na base. Como se diz neste livro: «essa passagem — o texto ao atravessar o actor — leva a que se crie uma tensão entre os dois, à qual a palavra resiste, e é nesse momento que a personagem nasce».[Clara Rowland] John Cassavetes realizou dez filmes nos Estados Unidos entre 1959 e 1984 e foi actor em muitos outros. […] É-lhe reservado, desde Shadows, o seu primeiro trabalho como realizador, um estatuto particular na História do Cinema, por ter trabalhado sempre à margem do sistema — é esse o traço pelo qual é mais evocado e relembrado, quer pela crítica, quer por realizadores, actores e cinéfilos. Por ter financiado sozinho, ou com a ajuda de amigos, praticamente toda a sua obra demonstrou que é possível fazer cinema com total liberdade criativa e que, mesmo apesar dos constrangimentos económicos que uma produção caseira inevitavelmente implica, a qualidade do resultado final não tem de sofrer necessariamente com isso. Por estes motivos, Cassavetes é considerado o pai do cinema independente.[Filipa Rosário]Apresentação: Clara RowlandData:Novembro de 2017Acabamento:Brochado, com badanasFormato:16 x 22 cmPáginas:128EAN:9789898834898 O cinema de Cassavetes é um cinema da palavra, sem deixar, ao mesmo tempo, de ser um cinema do corpo.[…] é a partir da tensão agonística entre a fixidez do argumento e a individualidade exacerbada da interpretação dos seus actores que os filmes de Cassavetes adquirem a tensão viva que lhes está na base. Como se diz neste livro: «essa passagem — o texto ao atravessar o actor — leva a que se crie uma tensão entre os dois, à qual a palavra resiste, e é nesse momento que a personagem nasce».[Clara Rowland] John Cassavetes realizou dez filmes nos Estados Unidos entre 1959 e 1984 e foi actor em muitos outros. […] É-lhe reservado, desde Shadows, o seu primeiro trabalho como realizador, um estatuto particular na História do Cinema, por ter trabalhado sempre à margem do sistema — é esse o traço pelo qual é mais evocado e relembrado, quer pela crítica, quer por realizadores, actores e cinéfilos. Por ter financiado sozinho, ou com a ajuda de amigos, praticamente toda a sua obra demonstrou que é possível fazer cinema com total liberdade criativa e que, mesmo apesar dos constrangimentos económicos que uma produção caseira inevitavelmente implica, a qualidade do resultado final não tem de sofrer necessariamente com isso. Por estes motivos, Cassavetes é considerado o pai do cinema independente.
Título: O Trabalho Do Actor Na Obra De J. Cassavetes
ISBN: 9789898834898
Idioma: Português (PT)
Encadernação: Brochura
Formato:
Páginas: 128
Ano copyright: 2017
Coleção:
Ano de edição: 2019
Edição: 1ª
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Autor: Filipa Rosario