Cecilia meireles: cronicas para jovens

Autor: Cecilia Meireles
Editora: Global

SOB ENCOMENDA Prazo de postagem em até 12 dias úteis.
Não consta quantidade deste produto em nossos estoques.
Para obtê-lo, este terá que ser adquirido junto a nossos fornecedores mediante checagem prévia de disponibilidade.

R$ 71,90

em até 3x sem juros

Adicionar
à sacola


Entrega

Entrega = postagem + transporte, pesquise para seu CEP:

Sinopse

O livro reúne 24 crônicas agrupadas em seis temas: De aves e flores, Ecos do Oriente, O passado manda lembranças, Impressionista e Quase poesia. Natureza, reflexões sobre a vida, espaço urbano, reminiscências de lugares, pessoas e acontecimentos, pequenos detalhes do dia a dia, entre outros, são observados e tecidos com a sensibilidade poética de Cecília Meireles.

Dados

Título: Cecilia Meireles: Cronicas Para Jovens

ISBN: 9788526017078

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 16 x 23

Páginas: 96

Ano copyright: 2012

Coleção: Cronicas Para Jovens

Ano de edição: 2012

Edição:

Participantes

Autor: Cecilia Meireles

Organizador: Antonieta Cunha

Autor

CECILIA MEIRELES

Cecília Meireles, batizada Cecília Benevides de Carvalho Meireles, (Rio de Janeiro, 1901-1964) foi poeta, ensaísta, cronista, folclorista, tradutora, educadora e pintora e é considerada uma das vozes mais importantes das literaturas de língua portuguesa. Aos 3 anos de idade perdeu a mãe e não chegou a conhecer o pai, que morreu antes de seu nascimento. Órfã, foi criada pela avó materna, Jacinta Garcia Benevides. Casou-se em 1922 com Fernando Correia Dias, um artista plástico com quem teve três filhas. O marido cometeu suicídio em 1935 em razão da depressão. Viúva, casou-se novamente em 1940 com Heitor Vinícius da Silveira Grilo, professor e engenheiro agrônomo. Em 1919, publica seu primeiro livro de poemas intitulado Espectros. Em 1934, Cecília organiza a primeira biblioteca infantil do Rio de Janeiro. Em 1939, a autora é agraciada com o Prêmio de Poesia Olavo Bilac concedido pela Academia Brasileira de Letras pelo livro Viagem. Entre os prêmios que recebeu, estão ainda: Prêmio de Tradução/Teatro, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte, em 1962; e, no ano seguinte, ganhou o Prêmio Jabuti de Tradução de Obra Literária, pelo livro Poemas de Israel, concedido pela Câmara Brasileira do Livro; no ano de sua morte, recebeu ainda o Jabuti de poesia pelo livro Solombra; e em 1965, o Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto de sua obra. Sua poesia foi traduzida para 8 idiomas, e musicada por nomes como Francisco Mingnone, Lamartine Babo e Fagner. Canção da Tarde no Campo, Ou Isto ou Aquilo, Viagem, Criança, meu Amor, Poema dos Poemas e Nunca mais são alguns de seus livros.