Contos essenciais

Autor: Machado de Assis
Editora: Martin Claret

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Sinopse

Nesta edição, por ser um convite à leitura, procurou-se colher amostras representativas nas coletâneas de contos organizadas em vida pelo autor. Além disso, incluíram-se contos publicados em periódicos, mas que não chegaram a compor livros, enquanto Machado viveu. Sendo um autor de estatura universal, muito do que Machado de Assis escreveu pode nos levar à reflexão, se não estabelecer incômodos, por nos vermos parcialmente representados nas ações, justas ou questionáveis, de suas personagens. Mas, o leitor não desanime: em diversas ocasiões, o que pensamos sobre determinadas coisas está contemplado no comentário sutil de seus narradores. Resta saber se podemos dar-lhes crédito.

Dados

Título: Contos Essenciais

ISBN: 9788544002179

Idioma: Português

Encadernação: Capa dura

Formato: 16 x 23 x 3,8

Páginas: 693

Ano copyright: 2019

Ano de edição: 2019

Edição:

Participantes

Autor: Machado de Assis

Organizador: Jean Pierre Chauvin

Autor

MACHADO DE ASSIS

Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. Nascido no Morro do Livramento, de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou universidade. Fundador da Cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras, ocupou sua presidência por mais de dez anos. Sua extensa obra constitui-se de nove romances e peças teatrais, duzentos contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas. Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias póstumas de Brás Cubas (1881). Este romance é posto ao lado de todas suas produções posteriores, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, ortodoxamente conhecidas como pertencentes a sua segunda fase, em que se notam traços de pessimismo e ironia. Sua primeira fase literária é constituída de obras como Ressurreição, A mão e a luva, Helena e Iaiá Garcia, onde notam-se características herdadas do Romantismo, ou "convencionalismo", como prefere a crítica moderna.