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Autor: Oswald de Andrade
Editora: Via Leitura
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O Rei da Vela é uma das principais peças escritas por Oswald de Andrade. Publicada em 1937, apresenta um retrato da industrialização e da modernização do Estado brasileiro à época, ainda sob os reflexos da crise financeira de 1929.O protagonista, Abelardo I, é um agiota carioca, noivo de Heloísa de Lesbos — que aceita o casamento para salvar a família aristocrata da falência. As relações desse agiota e de seu subordinado com uma família disfuncional e o agente americano Mr. Jones apresentam a metáfora de um país vendido ao imperialismo.Polêmica e incisiva, a peça foi encenada pela primeira vez apenas em 1967 e explora temas que soam atuais até os nossos dias. A obra marca Oswald de Andrade como um dos grandes nomes do Modernismo brasileiro, destacando seu espírito irreverente e combativo.Edição com notas explicativas para termos não usuais.
Título: O Rei Da Vela
ISBN: 9786587034744
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21 x 0,7
Páginas: 80
Ano copyright:
Coleção: Biblioteca Luso-Brasileira
Ano de edição: 2025
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
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Autor: Oswald de Andrade
José Oswald de Souza Andrade, mais conhecido como Oswald de Andrade, nasceu em São Paulo, em 1890. Jornalista e advogado, fundou a revista O Pirralho, em 1911, bacharelando-se pela Faculdade de Direito de São Paulo em 1919. Trabalhou, entre outros, para o Diário Popular, e O Estado de São Paulo. Participou ativamente da Semana de Arte Moderna de 1922, da qual foi um dos organizadores. Amigo de Mário de Andrade, formou com ele a dupla de maior expressão do movimento modernista. Posteriormente a 1922, desencadeou dois movimentos, o Pau-Brasil (1924/25) e o da Antropofagia (1928). O primeiro, utilizando elementos da vanguarda francesa, pregava a criação de uma poesia primitiva e nacionalista, fruto da união de uma cultura nativa com uma cultura intelectualizada. O segundo movimento questionava a estrutura política, econômica e cultural do país, entendida como uma herança deixada pelo colonizador. Entre 1922 e 1934, publicou a Trilogia do exílio formada pelos romances Os condenados (1922), Estrela de absinto (1927) e A escada vermelha (1934). Paralelamente à sua atividade literária, envolveu-se com o clima de radicalização política dominante no país após a Revolução de 1930, tendo ingressado no então Partido Comunista do Brasil (PCB). Nesse período, escreveu três peças de teatro: O homem e o cavalo (1934), A morta e O rei da vela (1937). Escreveu também Pau-Brasil (1925), Memórias sentimentais de João Miramar (1927) e Manifesto Antropofágico (1928). Faleceu em São Paulo em 1954.