De profundis

Autor: Oscar Wilde
Editora: L&PM Pocket

PRODUTO DISPONÍVEL Previsão de postagem 1 dia útil.

De: R$ 32,90

Por: R$ 29,28

em até 3x sem juros

Adicionar
à sacola


Entrega

Entrega = postagem + transporte, pesquise para seu CEP:

Sinopse

De todos os dândis que encantavam a sofisticada sociedade londrina do final do século passado, o mais brilhante e luminoso era sem dúvida Oscar Fingal O''Flahertie Wills Wilde (Dublin 1854 - Paris 1900). Célebre, respeitado, Wilde vivia o ano de 1895 como o grande autor de Retrato de Dorian Gray (1891) e de três peças que faziam sucesso no momento, O leque de Lady Windermere, Um marido ideal e A importância de ser prudente. Neste mesmo ano, acusado de crimes de natureza sexual, foi processado pela família de Lord Alfred Douglas, um jovem aristocrata por quem se apaixonara e com quem compartilhava um excêntrico estilo de vida. Condenado, sua vida mudou radicalmente e o talentoso escritor viu-se encarcerado por dois anos que consumiram sua saúde e fulminaram sua reputação. Preso, o autor de Salomé (1893) produziu, entre outros escritos, este De profundis, o clássico anarquista, A alma do homem sob o socialismo e a célebre Balada do cárcere de Reading.

Dados

Título: De Profundis

ISBN: 9788525408259

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 11 x 18

Páginas: 176

Coleção: L&Pm Pocket - Vol. 87

Ano de edição: 1998

Edição:

Participantes

Autor: Oscar Wilde

Autor

OSCAR WILDE

Oscar Wilde (1854-1900) nasceu na Irlanda em 1854. Ao longo de sua carreira como escritor, produziu poemas, contos, ensaios e um único romance: O retrato de Dorian Gray. As peças teatrais alçaram-no ao sucesso na última década do século XIX. O êxito literário também lhe rendeu uma situação financeira abastada, que lhe proporcionou, consequentemente, uma vida desregrada e extravagante. Em maio de 1895, acabou condenado a dois anos de trabalhos forçados por cometer sodomia – a homossexualidade era considerada crime na época. A prisão foi sua ruína. Em 1897, mudou-se para Paris e passou a usar o pseudônimo Sebastian Melmoth. Morreu em 1900, de meningite – agravada pelo alcoolismo e pela sífilis.