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Autor: Machado de Assis
Editora: Scipione
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Publicado em 1881, este romance é o marco do realismo brasileiro. Brás Cubas, homem abastado que nunca precisou trabalhar, escreve uma autobiografia depois de morrer. Na forma de lembranças fragmentadas, o defunto relata passagens de uma vida cheia de mesquinharias e insucessos. Com sua ironia característica, Machado apresenta uma visão cruel da natureza humana.
Título: Memorias Postumas De Bras Cubas
ISBN: 9788526280335
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 13,7 x 20,3
Páginas: 96
Ano copyright: 2011
Coleção: Reencontro Literatura
Ano de edição: 2010
Edição: 3ª
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Rogério Borges cresceu habituado com o cheiro de tinta, exercitando muito cedo os primeiros riscos no papel. Seu pai era pintor e ele adorava desenhar. Em 1971 saiu de Curitiba e foi para São Paulo fazer Comunicação Visual na FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado). Começou a trabalhar com publicidade e mais tarde foi para a área editorial. Fez escola na Editora Abril ilustrando revistas, escrevendo, convivendo com ótimos profissionais. Em 1980 voltou-se para os livros. E aí tem estado até hoje como autor e como artista gráfico. Alterna pintura com arte digitalizada, conseguindo novos recursos de linguagem visual. Recebeu o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (1987), o prêmio Lourenço Filho, pelo conjunto de obras (1987), o da FNLIJ de Altamente Recomendável (1988-92-93-94), Jabuti (1996), além de ter sido selecionado pela FNLIJ para o catálogo de autores latino-americanos (2000). Ilustrou Você Lembra, Pai? e Contos Indígenas Brasileiros, de Daniel Munduruku; O Rei que Mora no Mar, de Ferreira Gullar; Ciúme em Céu Azul e O Caçador de Lobisomem, de Joel Rufino dos Santos; Facécias, de Luís da Câmara Cascudo; e O Rei Preto de Ouro Preto, de Sylvia Orthof.