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"Eu sou uma inconformada, só os idiotas é que não mudam." A frase é de Lygia Fagundes Telles, uma das mais representativas e premiadas escritoras brasileiras. Posicionada contra a doutrina de que um autor quando termina e publica um texto não deve mais tocar nele, Lygia fez questão de revisar toda a sua obra, que foi reeditada pela Rocco com novo padrão gráfico. Mistérios, coletânea de 1981, apresenta alguns dos melhores contos da escritora, reunidos sob o signo do sobrenatural e da magia. A seleção das 19 ficções do livro, publicadas na Alemanha com o título Contos fantásticos, ficou sob a responsabilidade de Alfred Opitz — tradutor das obras da escritora para o alemão. O resultado final oferece ao leitor um panorama amplo do interesse de Lygia pela temática. O livro apresenta histórias tensas, por vezes sufocantes, cruéis e até irônicas. Mas sempre com o tom feminino que marca seus trabalhos. O destaque fica pelo resgate de contos mais antigos, como "A estrela branca", publicado em 1949 no volume O cacto vermelho, que recebeu o Prêmio Afonso Arinos da Academia Brasileira de Letras. O leitor encontrará ainda contos clássicos da autora como "O seminário dos ratos" e "O jardim selvagem". Um presente para os fãs e uma agradável surpresa para quem ainda não conhece o trabalho da grande dama da literatura brasileira.
Título: Misterios
ISBN: 9788532508775
Idioma: Português
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Formato: 14 x 21
Páginas: 224
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Autor: Lygia Fagundes Telles
Lygia Fagundes Telles nasceu em São Paulo, em 19 de abril de 1923, mas passou a infância no interior do estado. Lygia Fagundes Telles já foi publicada em diversos países: França, Estados Unidos, Alemanha, Itália, Holanda, Portugal, Suécia, República Checa, Espanha, entre outros –, com obras adaptadas para TV, teatro e cinema. Prêmio Afonso Arinos, da Academia Brasileira de Letras (1949); Prêmio do Instituto Nacional do Livro (1958); Prêmio Boa Leitura (1964); Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, por Verão no Aquário (1965); Prêmio do I Concurso Nacional de Contos, do Governo do Paraná (1968); Grande Prêmio Internacional Feminino para Contos Estrageiros, França (1969); Prêmio Candango,concedido ao melhor roteiro cinematográfico por Capitu em parceria com Paulo Emílio Sales Gomes(1969); Prêmio Guimarães Rosa,da FUNDEPAR (1972); Prêmio Coelho Neto, da Academia Brasileira de Letras, Jabuti e APCA – Associação Paulista dos Críticos de Arte, pelo romance As Meninas (1974); Prêmio do PEN Clube do Brasil, para o livro de contos Seminário dos Ratos (1977); Prêmio Jabuti e APCA, para A Disciplina do Amor (1980); Prêmio II Bienal Nestlé de Literatura Brasileira (1984); Prêmio Pedro Nava, Melhor Livro do Ano, para As Horas Nuas (1989); Prêmio Jabuti, Biblioteca Nacional e APLUB de Literatura, para A Noite Escura e mais Eu (1996); Prêmio Golfinho de Ouro, categoria Literatura, do Conselho Estadual de Cultura do Rio de Janeiro (2000); Grande Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (2000) e Prêmio Jabuti e APCA, para Invenção e Memória (2001); Prêmio Camões, pelo conjunto da obra, Portugal – Brasil (2005); Troféu Juca Pato - Prêmio Intelectual do Ano, concedido pela União Brasileira de Escritores / UBE, 2009. Lygia Fagundes Telles tem participado de feiras de livros e congressos realizados não só no Brasil, mas também em Portugal, Espanha, Itália, México, Estados Unidos, França, Alemanha, República Tcheca, Canadá e Suécia, países nos quais foram publicados seus contos e romances. É membro da Academia Brasileira de Letras, da Academia Paulista de Letras e do PEN Club do Brasil.