Fragmentos, dialogos e obras exortativas

Autor: Aristoteles
Editora: Imprensa Nacional - Casa da Moeda

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Sinopse

«O que nós hoje temos sob a designação de «fragmentos de Aristóteles» são citações de (e referências a) escritos perdidos de Aristóteles, mas que não foram introduzidos na edição histórica de Andronico de Rodes. Por isso mesmo, não foram conservados. Os fragmentos foram coligidos a partir de obras de outros autores e cobrem um período que vai de Teofrasto, o discípulo e sucessor de Aristóteles no Liceu, até à tradução latina dos Económicos, em 1259, por Guillaume Durand, Bispo de Mende no Languedoc, mas apenas impresso no século XV. Este longo período de quase dois mil anos após a morte de Aristóteles abrange obras dos mais lídimos representantes da escola neoplatónica, como Porfírio, Jâmblico, Proclo e Simplício, mas também autores axiais para a introdução da tradição grega na latina, como Cícero, Plínio e Santo Agostinho».

Dados

Título: Fragmentos, Dialogos E Obras Exortativas

ISBN: 9789722723398

Idioma: Português (PT)

Encadernação: Brochura

Formato: 15,5 x 24

Páginas: 224

Ano copyright: 2014

Coleção: Biblioteca De Autores Classicos - Vol. 10

Ano de edição: 2014

Edição:

Participantes

Autor: Aristoteles

Autor

ARISTOTELES

Aristóteles (384 a.C. – 322 a.C.) foi um importante filósofo grego, aluno de Platão e professor de Alexandre, o Grande. Seus escritos abrangem diversos assuntos, como a física, a metafísica, a poesia, o teatro, a música, a lógica, a retórica, o governo, a ética, a biologia e a zoologia. Juntamente com Platão e Sócrates (professor de Platão), Aristóteles é visto como uma das figuras mais importantes, e um dos fundadores, da filosofia ocidental. Seu ponto de vista sobre as ciências físicas influenciou profundamente o cenário intelectual medieval, e esteve presente até o Renascimento. Nas ciências biológicas, a precisão de algumas de suas observações foi confirmada apenas no século XIX. Suas obras contêm o primeiro estudo formal conhecido da lógica, que foi incorporado posteriormente à lógica formal. Na metafísica, o aristotelismo teve uma influência profunda no pensamento filosófico e teológico nas tradições judaico-islâmicas durante a Idade Média, e continua a influenciar a teologia cristã, especialmente a ortodoxa oriental, e a tradição escolástica da Igreja Católica. Seu estudo da ética, embora sempre tenha continuado a ser influente, conquistou um interesse renovado com o advento moderno da ética da virtude. Todos os aspectos da filosofia de Aristóteles continuam a ser objeto de um ativo estudo acadêmico nos dias de hoje. Foi chamado por Augusto Comte de “o príncipe eterno dos verdadeiros filósofos”, por Platão de “O Leitor” (pela avidez com que lia e por se ter cercado dos livros dos poetas, filósofos e homens da ciência contemporâneos e anteriores) e, pelos pensadores árabes, de o “preceptor da inteligência humana”.