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Autor: Machado de Assis
Editora: Vitrola Fic
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Em Memórias Póstumas, Machado de Assis convida o leitor a adentrar no universo peculiar e sarcástico de Brás Cubas, um defunto-autor que decide contar a sua história de vida após a morte.Na narrativa repleta de digressões, um típico representante da elite brasileira do século XIX revisita suas memórias e reflete sobre sua existência, sua família, seus amores fracassados e suas aspirações não concretizadas. Brás Cubas é egoísta e cínico, mas seu humor e sua sinceridade o tornaram um anti-herói cativante. A complexidade do personagem reside na sua capacidade de autocrítica e na consciência aguçada das próprias falhas e limitações.A obra é permeada pelo tom irônico característico de Machado de Assis, que expõe com maestria as contradições e hipocrisias da sociedade da época.“A conclusão, portanto, é que há duas forças capitais: o amor, que multiplica a espécie, e o nariz, que a subordina ao indivíduo.”
Título: Memórias Póstumas De Brás Cubas
ISBN: 9786560300279
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21 x 3
Páginas: 392
Ano copyright:
Coleção:
Ano de edição: 2024
Edição: 1ª
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Legenda:
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Autor: Machado de Assis
Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. Nascido no Morro do Livramento, de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou universidade. Fundador da Cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras, ocupou sua presidência por mais de dez anos. Sua extensa obra constitui-se de nove romances e peças teatrais, duzentos contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas. Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias póstumas de Brás Cubas (1881). Este romance é posto ao lado de todas suas produções posteriores, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, ortodoxamente conhecidas como pertencentes a sua segunda fase, em que se notam traços de pessimismo e ironia. Sua primeira fase literária é constituída de obras como Ressurreição, A mão e a luva, Helena e Iaiá Garcia, onde notam-se características herdadas do Romantismo, ou "convencionalismo", como prefere a crítica moderna.