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Autor: Miguel de Cervantes
Editora: Rocco
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Em A espanhola inglesa, de Miguel de Cervantes, o filho de um corsário inglês se apaixona por uma jovem espanhola raptada por seu pai. Um grande amor que será posto à prova até mesmo pela rainha da Inglaterra. A partir desta singela história de amor proibido, o autor construiu uma narrativa saborosa, cheia de reviravoltas e de desfecho surpreendente que tornou-se uma das mais representativas entre as suas Novelas Exemplares – série de 12 obras breves publicadas em 1613 e escritas em diferentes épocas pelo autor de Dom Quixote de La Mancha. Na trama, aos sete anos, Isabela é sequestrada na cidade de Cádiz por Clotaldo, cavalheiro inglês e comandante de esquadra, pai de Ricaredo. Levada para Londres, a menina é criada pela família, como se dela fizesse parte, mas apresentada socialmente como escrava. O jovem Ricaredo, no entanto, se apaixona por Isabela. A espanhola inglesa é a história desse amor impossível, vivido por dois adolescentes que não esmorecem ao fazer valer seu sentimento diante dos preconceituosos costumes e comportamentos da Espanha do século XVI. Destacando a crítica social num tom satírico, Cervantes desenha ao longo dessa novela fascinante e movimentada o tom das aventuras e desventuras em que decorreu sua própria vida.
Título: A Espanhola Inglesa
ISBN: 9786555326086
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 13.5 x 20 x 0.6
Páginas: 104
Ano copyright: 2026
Coleção: Novelas Imortais
Ano de edição: 2026
Edição: 1ª
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Fernando Tavares Sabino nasceu em Belo Horizonte (MG), em 1923. Seu primeiro trabalho literário foi escrito quando ele tinha 13 anos: uma história policial publicada na revista da polícia mineira. Entrou para a faculdade de Direito em 1941, mesmo ano em que publicou Os Grilos não Cantam Mais, seu primeiro livro de contos. Depois passou a colaborar com artigos, crônicas e contos em revistas mineiras. Mudou-se para o Rio em 1944 e, em 1946, depois de se formar, foi para Nova York, onde viveu por dois anos. Foi em Nova York que Fernando Sabino começou a escrever O Grande Mentecapto, obra abandonada e retomada mais de 30 anos depois. Seu primeiro romance, O Encontro Marcado, foi lançado em 1956. As carreiras de escritor e jornalista seguiram em paralelo. Escreveu crônicas para o Jornal do Brasil, O Globo e revistas Sênior e Manchete. Nos anos 60 lançou os livros O Homem Nu, A Mulher do Vizinho (Prêmio Fernando Chinaglia do Pen Club do Brasil) e A Companheira de Viagem. Recebeu ainda o Prêmio Jabuti, em 1979, na categoria romance, por O grande mentecapto, e o Prêmio Machado de Assis pelo conjunto da obra, em 1999. Morreu em 2004, véspera de completar 81 anos. Fernando Sabino deixou seu próprio epitáfio. "Aqui jaz Fernando Sabino, nasceu homem, morreu menino."