Historia de quinze dias

Autor: Machado de Assis
Editora: UNICAMP

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Sinopse

Em julho de 1876, Machado de Assis iniciava uma nova série de crônicas quinzenais na revista Illustração Brasileira, para a qual deu o título de "História de quinze dias". Como de costume entre os cronistas do período, não punha seu próprio nome em tais escritos, preferindo assiná-los como Manassés. Publicada ininterruptamente até abril de 1878, a série só viria a sofrer uma mudança de forma em fevereiro daquele ano, quando o nome mudou para "História de trinta dias", de modo a acompanhar a nova periodicidade da revista. Em meio às incertezas que marcavam aquela década, na qual começavam a se evidenciar as fissuras de uma organização social baseada nas relações de dependência e na escravidão, Machado tratava, naqueles escritos, de oferecer ao público uma leitura do tempo, organizado na história proposta por sua narrativa quinzenal.

Dados

Título: Historia De Quinze Dias

ISBN: 9788526808614

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 16,5 x 23

Páginas: 400

Ano copyright: 2009

Ano de edição: 2009

Edição:

Autor

MACHADO DE ASSIS

Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. Nascido no Morro do Livramento, de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou universidade. Fundador da Cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras, ocupou sua presidência por mais de dez anos. Sua extensa obra constitui-se de nove romances e peças teatrais, duzentos contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas. Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias póstumas de Brás Cubas (1881). Este romance é posto ao lado de todas suas produções posteriores, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, ortodoxamente conhecidas como pertencentes a sua segunda fase, em que se notam traços de pessimismo e ironia. Sua primeira fase literária é constituída de obras como Ressurreição, A mão e a luva, Helena e Iaiá Garcia, onde notam-se características herdadas do Romantismo, ou "convencionalismo", como prefere a crítica moderna.