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Autor: Fernando Pessoa
Editora: L&PM Pocket
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Em 8 de março de 1914, aos 25 anos de idade, o poeta português Fernando Pessoa teve um insight e, naquilo que ele chamaria mais tarde de 'dia triunfal', criou seus três principais heterônimos; Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos. Deu-lhes, além do nome, uma biografia, um biotipo e, sobretudo, uma obra e um estilo poético únicos. Trata-se do único caso de heteronímia de toda história da literatura universal. Álvaro de Campos era, segundo Pessoa, 'o mais histericamente histérico de mim'; era engenheiro, usava monóculo, e o poeta escrevia sob o seu nome quando sentia um súbito impulso de escrever não sei o quê. Campos é o heterônimo da modernidade, da euforia, da irreverência total a tudo e a todos, cultuador da liberdade, sedento por experimentar todas as sensações a um só tempo e profundamente influenciado por Walt Whitman. De sua lavra são os célebres versos de 'Opiário', 'Ode trinfual', 'Lisbon revisited' e 'Tabacaria' - este último considerado dos mais belos poemas da língua portuguesa.
Título: Poemas De Alvaro De Campos: Obra Poetica 4
ISBN: 9788525415929
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 10,5 x 18
Páginas: 331
Ano copyright: 2006
Coleção: L&Pm Pocket - Vol. 566
Ano de edição: 2006
Edição: 1ª
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Autor: Fernando Pessoa
Fernando (António Nogueira) Pessoa nasceu em 1888, em Lisboa. Em 1912, publicou seu primeiro artigo, "A nova poesia portuguesa sociologicamente considerada", na revista A Águia. Em 1914, escreveu os primeiros poemas dos heterônimos Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, aos quais daria personalidades complexas. Sob o nome de Bernardo Soares, Fernando Pessoa escreveu os fragmentos mais tarde reunidos em O livro do desassossego. No ano seguinte, com escritores como Almada Negreiros e Mário de Sá-Carneiro, lançou a revista de poesia de vanguarda Orpheu, marco do modernismo em Portugal e que daria grande projeção ao poeta. O único livro de poesia em português que publicou em vida foi Mensagem (1934), marcado pela visão mística e simbólica da história lusa. Fernando Pessoa morreu em 1935, em Lisboa.