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Autor: Jorge Luis Borges
Editora: Gallimard
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«Borges a dit et répété que toute lecture enrichit un livre ; que les livres, avec le temps et les générations de lecteurs successives, peuvent même changer de genre ; qu'il n'y a pas de description d'une actualité quelconque qui ne coure le risque de devenir une élégie... Il n'a pas seulement lu et relu la Commedia, mais de multiples commentaires. Lecteur hédoniste, Borges nous propose, comme d'habitude, mais plus particulièrement dans ces essais qui sont une sorte de palimpseste de lectures, une méthode de révision inlassable des données que, par résignation ou par hâte, nous avions acceptées une fois pour toutes. De sorte que, s'il s'attarde dans la comparaison des diverses interprétations de tel ou tel passage, il introduit, comme un apport essentiel, l'idée que les cent chants du Poème ont été laborieusement rédigés afin que Béatrice condescende à intervenir.» Hector Bianciotti.
Título: Neuf essais sur dante
ISBN: 9782070709083
Idioma: Francês
Encadernação: Brochura
Formato: 12,5 x 19
Páginas: 119
Ano copyright:
Coleção: Arcades - Vol. 12
Ano de edição: 1987
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
Tempo de Duração:
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Selo:
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Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo nasceu em Buenos Aires, em 24 de agosto de 1899, e faleceu em Genebra, em 14 de junho de 1986. Antes de falar espanhol, aprendeu com a avó paterna a língua inglesa, idioma em que fez suas primeiras leituras. Em 1914 foi com a família para a Suíça, onde completou os estudos secundários. Em 1919, nova mudança - agora para a Espanha. Lá, ligou-se ao movimento de vanguarda literária do ultraísmo. De volta à Argentina, publicou três livros de poesia na década de 1920 e, a partir da década seguinte, os contos que lhe dariam fama universal, quase sempre na revista Sur, que também editaria seus livros de ficção. Funcionário da Biblioteca Municipal Miguel Cané a partir de 1937, dela foi afastado em 1946 por Perón. Em 1955 seria nomeado diretor da Biblioteca Nacional. Em 1956, quando passou a lecionar literatura inglesa e americana na Universidade de Buenos Aires, os oftalmologistas já o tinham proibido de ler e escrever. Era a cegueira, que se instalava como um lento crepúsculo. Seu imenso reconhecimento internacional começou em 1961, quando recebeu, junto com Samuel Beckett, o prêmio Formentor dos International Publishers - o primeiro de uma longa série.