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Autor: Zygmunt Bauman
Editora: Zahar
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Em obra referencial, o sociólogo polonês Zygmunt Bauman aborda uma característica fundamental da vida contemporânea: a individualização. O recado é dado a toda hora: não olhe para trás nem para cima, olhe para dentro de si – para o local em que estão suas próprias capacidades, sua vontade e seu poder. Somos estimulados a agir em função dos problemas e medos que encaramos todos os dias. Mas com muita frequência essas ações não chegam a atingir as verdadeiras causas das angústias que nos atormentam. Ao tentar fazer com que nossas vidas tenham sentido, tendemos a culpar nossas próprias falhas e fraquezas pelos desconfortos e derrotas que experimentamos. E, ao fazer isso, pioramos tudo.Essas são as questões centrais apresentadas em A sociedade individualizada. Para Bauman, a tarefa da sociologia não é censurar ou corrigir as histórias que contamos sobre nossas vidas. Em vez disso, é mostrar que existem outras maneiras de narrá-las.Ao abordar aspectos complexos e invisíveis a partir de uma posição privilegiada —graças à sua própria tradição —, a sociologia pode nos ajudar a conectar decisões e ações individuais às razões mais profundas dos problemas e medos com que nos deparamos: o modo como vivemos, as condições sob as quais agimos, os limites socialmente impostos à nossa imaginação.
Título: A Sociedade Individualizada (Nova Edição): Vidas Contadas E Histórias Vividas
ISBN: 9786559791576
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21 x 1,8
Páginas: 328
Ano copyright: 2026
Coleção:
Ano de edição: 2026
Edição: 2ª
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Zygmunt Bauman nasceu em 1925, na Polônia. Sociólogo, iniciou sua carreira na Universidade de Varsóvia, onde teve artigos e livros censurados e em 1968 foi afastado da universidade. Logo em seguida emigrou da Polônia, reconstruindo sua carreira no Canadá, Estados Unidos e Austrália, até chegar à Grã-Bretanha, onde em 1971 se tornou professor titular da Universidade de Leeds, cargo que ocupou por vinte anos. Responsável por uma prodigiosa produção intelectual, recebeu os prêmios Amalfi (em 1989, por sua obra Modernidade e Holocausto) e Adorno (em 1998, pelo conjunto de sua obra). Professor emérito das universidades de Varsóvia e Leeds, tem mais de trinta livros publicados no Brasil, com enorme sucesso de público, dentre os quais destacam-se Amor Líquido, Globalização: as Consequências Humanas e Vidas Desperdiçadas. Zygmunt Bauman morreu em 9 de janeiro de 2017, em Leeds, na Inglaterra, aos 91 anos.