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Autor: Walter Benjamin
Editora: Payot & Rivages
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Derrière les trois célèbres textes réunis dans ce recueil – « Expérience et pauvreté » (1933), « Le conteur » (1936) et « La tâche du traducteur » (1923) –, un thème revient, dont le philosophe Giorgio Agamben s’est fait l’écho dans Enfance et histoire (PBP nº 387) : la perte de l’expérience, le fait que ce que l’on a vécu ne soit quasiment plus transmis, ou très difficilement, d’une génération à l’autre. Au centre de cette transmission, il y a la langue, qui permet de traduire l’expérience. Sur cette question de la traduction et ses implications, les plus grands philosophes se sont penchés, Derrida et Ricoeur notamment, jusqu’aux théoriciens du postcolonialisme, en particulier Homi K. Bhabha.
Título: Experience Et Pauvrete Suive De Le Conteur, La Tache Du Traducteur
ISBN: 9782228906760
Idioma: Francês
Encadernação: Brochura
Formato: 11 x 18
Páginas: 137
Ano copyright:
Coleção: Petite Bibliotheque Payot - Vol. 811
Ano de edição: 2011
Edição: 1ª
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Walter Bendix Schönflies Benjamin, filósofo e crítico literário, nasceu em Berlim em 1892 e se suicidou em 1940, na fronteira da França com a Espanha, durante uma tentativa de fuga dos nazistas. A rejeição de sua tese de habilitação, “A origem do drama barroco alemão”, o impediu de exercer a docência universitária na Alemanha. A partir de 1924 descobriu o marxismo, através da obra de Lukács, e se tornou simpatizante do movimento comunista. Foi associado à Escola de Frankfurt, o Instituto de Pesquisa Social da Universidade de Frankfurt, criado em 1923, e seus principais escritos versam sobre o materialismo histórico, a estética e a arte, o idealismo alemão e, de maneira geral, o marxismo ocidental. Em seus ensaios, combina referências literárias e artísticas com filosofia e sociologia. Em 1933, com a tomada do poder dos nazistas, exilou-se na França. Foi amigo e correspondente de Theodor Adorno, Max Horkheimer, Gershom Scholem, Bertolt Brecht e Hannah Arendt. Seu último escrito, as Teses sobre o conceito de história, de 1940, associa o materialismo histórico ao messianismo revolucionário. Sua obra, de caráter fragmentário e ensaístico, foi parcialmente publicada em coletâneas no Brasil, incluindo Passagens (2006) e três volumes de Obras escolhidas: Magia e técnica, arte e política (1985), Rua de mão única (1987) e Charles Baudelaire, um lírico no auge do capitalismo (1989).