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Autor: Maria Valeria Rezende
Editora: Alfaguara
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Entre o real e o lendário, o cômico e o trágico, Vasto mundo desenha um retrato coletivo feito de fé, injustiça e resistência. Com uma prosa ímpar, Maria Valéria Rezende, autora vencedora do prêmio Jabuti, transforma o cotidiano de pessoas simples em literatura de força rara.Na vila de Farinhada, lugarejo fictício do Nordeste brasileiro onde o chão parece guardar a memória e os segredos de quem o pisa, cada história revela um fragmento da vida de seus moradores. Em “A obrigação”, dona Ceiça, aflita com a fraqueza do marido, decide assumir para si um voto que ele já não pode cumprir, numa peregrinação que a leva a encontrar uma solução inesperada para o amor e o pecado. Em “Morte certa”, um pistoleiro acostumado à impunidade é consumido pelo próprio medo. Em “O tempo em que dona Eulália foi feliz”, a mulher de um coronel descobre, na ausência do marido, a alegria e o poder de mandar, governando por um breve instante um mundo mais justo. E em “Sonhar é preciso”, o menino Ramiro descobre que seus sonhos se tornam realidade — um dom que o leva do espanto à loucura.Outros episódios seguem o mesmo compasso: histórias de gente comum que, na convivência, na luta ou na imaginação, busca um modo de suportar o peso da vida. Sem sentimentalismo, mas com profunda empatia, Maria Valéria Rezende transforma os dias de Farinhada em retratos do que significa ser humano.
Título: Vasto Mundo (Nova Edição)
ISBN: 9788556522559
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 15 x 23,2 x 1
Páginas: 168
Ano copyright: 2026
Coleção:
Ano de edição: 2026
Edição: 2ª
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Autor: Maria Valeria Rezende
Carlos Alberto Libânio Christo, o Frei Betto, nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, em 1944. Estudou jornalismo, antropologia, filosofia e teologia. Frade dominicano e escritor, é considerado uma das vozes mais ativas na luta pela justiça social na América Latina. Recebeu vários prêmios por sua atuação em prol dos direitos humanos e a favor dos movimentos populares. Na área cultural, foi assistente de direção de José Celso Martinez Corrêa no Teatro Oficina, na primeira montagem da peça de Oswald de Andrade, O rei da vela e crítico de teatro do jornal Folha da Tarde (1967/1968). Tem mais de cinquenta livros publicados no Brasil e no exterior, que refletem sua trajetória como militante político e talentoso ficcionista. Entre os prêmios que recebeu estão o Jabuti, em 1982, por seu livro de memórias Batismo de Sangue e o prêmio Juca Pato por sua obra Fidel e a Religião.