Dictionnaire philosophique

Autor: Voltaire
Editora: Gallimard

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Sinopse

Trente ans après les Lettres philosophiques, Voltaire parachève son itinéraire de pensée et d'action avec un Dictionnaire philosophique portatif (tel est le titre de la première édition, en 1764). Foin des lourdes encyclopédies ! Portatif, un dictionnaire doit l'être, comme une arme prête à tirer à l'instant sur les cibles aléatoires qu'offre l'ordre alphabétique. Mais l'ennemi porte un seul nom, l'"infâme", qu'il s'agit d'"écraser" sous toutes ses formes, "la superstition, le fanatisme, l'extravagance et la tyrannie". Il s'appelle aussi, plus concrètement et historiquement, la Bible, avec les religions qui s'en réclament, le grand Livre auquel Voltaire ose opposer son "abominable petit dictionnaire", "oeuvre de Belzébuth", comme il se plaît à le définir. Ironie, dérision, injure, indignation, sourire, gravité, le patriarche de Ferney déploie toutes les ressources de son talent pour prêcher fanatiquement la tolérance, déraisonnablement la raison. Un texte irrémédiablement daté ? Plus que jamais actuel ? Injuste, odieux ? Généreux, libérateur ? Vivant, en tout cas.

Dados

Título: Dictionnaire Philosophique

ISBN: 9782070386284

Idioma: Francês

Encadernação: Brochura

Formato: 11 x 18

Páginas: 545

Ano copyright: 1994

Coleção: Folio Classique - Vol. 2630

Ano de edição: 1994

Edição:

Participantes

Autor: Voltaire

Organizador: Alain Pons

Autor

VOLTAIRE

François-Marie Arouet (1694-1778), que assumiu posteriormente o nome de Voltaire, nasceu e morreu em Paris. Um dos mais célebres escritores do século XVIII, escreveu tragédia, epopéia, história, crítica, romance e filosofia, tendo se tornado notável em todos esses gêneros, mas principalmente na filosofia. Descendente da pequena nobreza européia, desde cedo destacou-se como brilhante pensador, tendo freqüentado as melhores universidades do seu tempo. Com pouco mais de 20 anos, já havia sido preso e exilado por ordem do regente Felipe de Orleans a quem havia dedicado panfletos satíricos e críticos. No seu exílio inglês escreveu as célebres Cartas inglesas ou filosóficas. Por haver sempre atacado com energia a intolerância religiosa e defendido com calor todas as causas que lhe pareceram justas, levantou freqüentemente contra si a ira dos poderosos da época, as quais chegaram mesmo, por duas vezes, a levá-lo à Bastilha. Mas tanto pela justiça e oportunidade dos seus ataques, como pelo caráter fundamental das suas obras, exerceu em toda a França, durante mais de cinqüenta anos de incessante atividade, verdadeira soberania literária e social. As obras que compôs são inúmeras, alcançando algumas edições completas 95 volumes. Numa carreira que alternou sucesso e escândalo, escreveu, entre outros, Cartas filosóficas, Zadig, Ensaio sobre os costumes e o espírito das nações e Dicionário filosófico. Morreu aos 84 anos, após uma visita triunfal a Paris, de onde estivera exilado por tanto tempo. Seu derradeiro bilhete diz que “morria admirando os amigos, sem odiar os inimigos e detestando a superstição”.