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Autor: Aristoteles
Editora: Editora 34
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Tão concisa quanto essencial, a Poética de Aristóteles (384-322 a.C.), o primeiro e mais importante tratado sobre as formas literárias, cênicas e narrativas da tradição ocidental, não tem deixado de ser lido, comentado e diversamente interpretado ao longo de seus 23 séculos de existência. Em capítulos breves, Aristóteles discorre sobre tópicos centrais da composição poética, como verossimilhança, unidade da obra e diferenciação entre composição poética e narrativa histórica, tirando seus exemplos de Homero e outros autores. A presente tradução de Paulo Pinheiro, professor de Estética e Filosofia, rigorosamente amparada em notas e atenta às pesquisas mais recentes, faz reviver o texto original de maneira clara e profunda, numa edição bilíngue voltada tanto para estudantes como para leitores já iniciados na matéria.
Título: Poetica
ISBN: 9788573266054
Idioma: Português, Grego
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21 x 1,3
Páginas: 232
Ano copyright: 2015
Coleção:
Ano de edição: 2015
Edição: 1ª
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Aristóteles (384 a.C. – 322 a.C.) foi um importante filósofo grego, aluno de Platão e professor de Alexandre, o Grande. Seus escritos abrangem diversos assuntos, como a física, a metafísica, a poesia, o teatro, a música, a lógica, a retórica, o governo, a ética, a biologia e a zoologia. Juntamente com Platão e Sócrates (professor de Platão), Aristóteles é visto como uma das figuras mais importantes, e um dos fundadores, da filosofia ocidental. Seu ponto de vista sobre as ciências físicas influenciou profundamente o cenário intelectual medieval, e esteve presente até o Renascimento. Nas ciências biológicas, a precisão de algumas de suas observações foi confirmada apenas no século XIX. Suas obras contêm o primeiro estudo formal conhecido da lógica, que foi incorporado posteriormente à lógica formal. Na metafísica, o aristotelismo teve uma influência profunda no pensamento filosófico e teológico nas tradições judaico-islâmicas durante a Idade Média, e continua a influenciar a teologia cristã, especialmente a ortodoxa oriental, e a tradição escolástica da Igreja Católica. Seu estudo da ética, embora sempre tenha continuado a ser influente, conquistou um interesse renovado com o advento moderno da ética da virtude. Todos os aspectos da filosofia de Aristóteles continuam a ser objeto de um ativo estudo acadêmico nos dias de hoje. Foi chamado por Augusto Comte de “o príncipe eterno dos verdadeiros filósofos”, por Platão de “O Leitor” (pela avidez com que lia e por se ter cercado dos livros dos poetas, filósofos e homens da ciência contemporâneos e anteriores) e, pelos pensadores árabes, de o “preceptor da inteligência humana”.