Diarios e escritos autobiograficos

Autor: Fernando Pessoa
Editora: Assirio e Alvim Br

PRODUTO DISPONÍVEL Previsão de postagem 1 dia útil.

R$ 76,00

em até 3x sem juros

Adicionar
à sacola


Entrega

Entrega = postagem + transporte, pesquise para seu CEP:

Sinopse

Perante o poeta que se desdobrava em heterónimos e afirmou, pela voz de Álvaro de Campos, «Fingir é conhecer-se», é difícil saber o que, por detrás das muitas máscaras, «realmente» pensava e sentia. No entanto, é possível distinguir entre o autor literário e o homem civil, quotidiano, por mais que os dois se confundam. Os diários, cartas, apontamentos e alguns poemas reunidos neste volume esboçam um retrato de Fernando Pessoa que, embora aproximativo e incompleto, tem a virtude de ser feito comas suas próprias palavras. E esse retrato interessa, não apenas para satisfazer a nossa curiosidade e ajudar-nos a compreender a natureza e evolução do génio do escritor, mas também para podermos apreciar melhor a sua vasta obra, na medida em que refere ou implica, direta ou veladamente, as suas experiências de vida.

Dados

Título: Diarios E Escritos Autobiograficos

ISBN: 9786584832190

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 13 x 19,8 x 2,3

Páginas: 288

Ano de edição: 2019

Edição:

Participantes

Autor: Fernando Pessoa

Autor

FERNANDO PESSOA

Fernando (António Nogueira) Pessoa nasceu em 1888, em Lisboa. Em 1912, publicou seu primeiro artigo, "A nova poesia portuguesa sociologicamente considerada", na revista A Águia. Em 1914, escreveu os primeiros poemas dos heterônimos Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, aos quais daria personalidades complexas. Sob o nome de Bernardo Soares, Fernando Pessoa escreveu os fragmentos mais tarde reunidos em O livro do desassossego. No ano seguinte, com escritores como Almada Negreiros e Mário de Sá-Carneiro, lançou a revista de poesia de vanguarda Orpheu, marco do modernismo em Portugal e que daria grande projeção ao poeta. O único livro de poesia em português que publicou em vida foi Mensagem (1934), marcado pela visão mística e simbólica da história lusa. Fernando Pessoa morreu em 1935, em Lisboa.