Retratos na parede

Autor: Vários (ver informações no detalhe)
Editora: Autêntica

SOB ENCOMENDA Prazo de postagem em até 17 dias úteis.
Não consta quantidade deste produto em nossos estoques.
Para obtê-lo, este terá que ser adquirido junto a nossos fornecedores mediante checagem prévia de disponibilidade.

R$ 142,90

em até 3x sem juros

Adicionar
à sacola


Entrega

Entrega = postagem + transporte, pesquise para seu CEP:

Sinopse

Retratos na parede traz ao leitor cerca de 250 fotos de Brás Martins da Costa, fotógrafo que viveu entre 1866 e 1937, além de um poema de Carlos Drummond de Andrade, que, tocado pelas fotografias reproduzidas nessa obra, escreveu “Imagem, Terra, Memória”, seu último poema sobre as memórias de Itabira, produzido exclusivamente para a primeira edição deste livro, lançado no início da década de 1980.“Ah, o que se perdeu! Ah! o que não se perdeu, o que se guardou, graças à fotografia de Braz Martins da Costa (1866-1937) e à poesia de Drummond ( 1902-1987). Eis uma ‘fotoviagem’ no tempo-espaço itabirano. Esses padres, essas cruzes, esses enterros, essas donzelas, esses empregados, esses cães, esses cavalos, esses músicos negros, esses chapeus, esses bigodes, esses borzequins, essas casas de pau a pique, esses homens vestidos de preto, essas mulheres de branco, esses Caldeira Brant, esses Alvim, esses Oliveira, esses Martins, esses Lage, esses Drummond, - e aquele menino poeta e sua bicicleta- todos nos mirando imóveis em sua instantânea eternidade.”Affonso Romano de Sant''Anna

Dados

Título: Retratos Na Parede

ISBN: 9788565381659

Idioma: Português

Encadernação: Capa dura

Formato: 21 x 27 x 1,6

Páginas: 176

Ano copyright: 2012

Ano de edição: 2012

Edição:

Autor

CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira do Mato Dentro - MG, em 31 de outubro de 1902, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.
Fundou com outros escritores A Revista, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Em 1954 começou a colaborar como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, no Jornal do Brasil.
Alvo de admiração irrestrita, tanto pela obra quanto pelo seu comportamento como escritor, Carlos Drummond de Andrade morreu no Rio de Janeiro RJ, no dia 17 de agosto de 1987, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade.