O anjo vendo as horas

Autor: Rubem Braga
Editora: Global

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Sinopse

Esta pequena mas significativa crônica do Rubem Braga retrata uma ato hoje rotineiro para nós: voar de avião. Aos olhos de uma criança, no entanto, isso vira um passaporte para questionamentos e até mesmo anjos.Com sua escrita magistral, Rubem Braga mostra toda sutileza que um momento em meio as nuvens pode proporcionar, com um texto leve e ao mesmo tempo cheio de ensinamentos. Por causa desses elementos, Um Anjo Vendo as Horas é uma obra que funciona muito bem para as crianças, mas também para jovens e adultos, pois oferece um bom escape para imaginação ao reformular as possibilidades de uma viagem sentado em uma poltrona de avião.Com ilustrações totalmente coloridas de Camila Carrosine, que trazem uma experiência nova para a escrita do autor, este livro vai encantar por sua beleza tanto de escrita quanto de arte, e transportar o leitor para as nuvens.

Dados

Título: O Anjo Vendo As Horas

ISBN: 9786556121499

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 25,5 x 18 x 1

Páginas: 32

Ano copyright: 2021

Coleção: Rubem Braga

Ano de edição: 2021

Edição:

Participantes

Autor: Rubem Braga

Ilustrador: Camila Carrossine

Autor

RUBEM BRAGA

Rubem Braga nasceu em Cachoeiro do Itapemirim, ES, em 1913. Ainda estudante, iniciou-se no jornalismo fazendo uma crônica diária no jornal Diário da Tarde. Como repórter, trabalhou na cobertura da Revolução Constitucionalista de 1932 para os Diários Associados. Mesmo depois de formado em Direito, continuou com o jornalismo, escrevendo crônicas para O Jornal. Mudou-se para Recife, PE, e passou a escrever para o Diário de Pernambuco. Fundou, no Rio, o jornal Folha do Povo, tomando partido da ANL (Aliança Nacional Libertadora). Em 1936, lançou seu primeiro livro de crônicas, O Conde e o Passarinho. Em 1938, fundou, junto com Samuel Wainer e Azevedo Amaral, a revista Diretrizes. Foi correspondente de guerra na Europa durante a Segunda Guerra Mundial pelo Diário Carioca, tendo tomado parte da campanha da FEB (Força Expedicionária Brasileira) na Itália, em 1945. No período de 1961 a 1963, foi embaixador do Brasil no Marrocos. Em 1960, publicou Ai de Ti Copacabana, seguindo-se A Traição das Elegantes (1967), Recado de Primavera (1984) e As Boas Coisas da Vida (1988), entre outros livros. Escreveu crônicas para os jornais Folha da Tarde, Folha da Manhã e Folha de São Paulo entre 1946 e 1961, e colaborou, nos anos 1980, com o caderno cultural Folhetim, da Folha de São Paulo. Morreu no Rio de Janeiro, em 1990, deixando mais de 15 mil crônicas escritas em mais de 62 anos de jornalismo. Suas crônicas estão publicadas em diversos livros de coletâneas, entre eles, Crônicas do Espírito Santo, Coisas Simples do Cotidiano, Crônicas da Guerra na Itália e O Lavrador de Ipanema: Crônicas de Amor à Natureza.