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Autor: Max Gallo
Editora: Objetiva
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Em janeiro de 1941, a Europa emerge do choque de 1940. Na Inglaterra, o contra-ataque se organiza.De Gaulle e Churchill estão certos de que a guerra vai se tornar mundial, de que os Estados Unidos decidirão participar e de que Hitler terminará por atacar a União Soviética de Stalin, assinando assim sua derrota. Cresce o número de civis mortos pelos bombardeios. É também o momento dos primeiros massacres de judeus no oriente. Em 22 de junho de 1941, as tropas alemãs invadem a Rússia. Em 7 de dezembro, os Estados Unidos são atacados pelos japoneses em Pearl Harbor. Em 1941 – O mundo em chamas, ouvimos as vozes de todos os atores envolvidos nesses doze meses trágicos – Churchill, De Gaulle, Hitler, Stalin, Roosevelt, Rommel ou Jean Moulin, mas também desconhecidos, conscientes da importância vital dos seus testemunhos. Um relato grandioso escrito pelo renomado historiador francês Max Gallo.
Título: 1941: o mundo em chamas
ISBN: 9788539006687
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 15 x 23 x 1,6
Páginas: 288
Ano copyright: 2011
Coleção:
Ano de edição: 2015
Edição: 1ª
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Nascido em Nice, França, em 7 de janeiro de 1932, Max Gallo é um filho da classe operária que impressiona pelo talento, cultura e energia criativa. É um dos maiores escritores e historiadores de seu país, sem falar de sua intensa participação política. Na França, foi chamado de "o Alexandre Dumas de nossos tempos". Nos anos 1970, foi editorialista do L"Express; nos anos 1980, dirigiu a redação do diário parisiense Le Matin. Sua produção é assombrosa: romances, séries históricas — como a inesquecível Os Patriotas (romance histórico da Resistência Francesa) —, contos, ficção política e biografias, com destaque para os monumentais Napoleão e Victor Hugo. Gallo tornou-se membro do Partido Comunista em 1956, com o qual rompeu logo depois. Em 1974, aderiu ao Partido Socialista. Em 1981, foi eleito deputado e, em 1983, nomeado secretário de Estado e porta-voz do governo de François Mitterrand. No ano seguinte, tentou desligar-se da atividade política para se dedicar integralmente ao trabalho literário. Mas acabou eleito para o Parlamento europeu, cargo exercido até 1994. Dois anos antes, desligara-se do Partido Socialista para fundar o Movimento dos Cidadãos, do qual foi vice-presidente. Mas em 1994 sua vocação maior exigiu-lhe consagrar-se definitivamente a escrever e o fez abandonar sua atividade política.