Home › Livros › Literatura e Ficção › Biografias e Memórias
Autor: Arthur Poerner
Editora: Lacre
PRODUTO DISPONÍVEL Previsão de postagem em até 3 dias úteis.
De: R$ 49,00
Por: R$ 43,61
em até 3x sem juros
Livro de memórias do Arthur Poerner, que foi colunista do Correio da Manhã na década de 60, editor da Rede Globo nos anos 80, professor da UERJ e Presidente do MIS - RJ até meados dos anos 90.Mestre em Comunicação e Cultura pela UFRJ, seu livro de memórias conta com o prefácio de Zuernir Ventura onde ele nos conta que:"Sempre se disse que a vida de Arthur Poerner dava um livro. Pois deu. E que livro! Um livro de aventuras e peripécias, muitas de risco. Dos meus colegas de profissão e amigos dos "anos rebeldes" e dos "anos de chumbo" não conheci nenhum mais eclético e atuante, mais plural e desprendido, mais universal. Ele confessou uma vez: "Nunca fui daqueles intelectuais reclusos e distantes. Gosto do contato com gente de todas as áreas, do samba, da política, do futebol, do candomblé, do movimento negro, da cultura popular".
Título: Rebelde Todo Dia: Repressao E Resistencia Nos Anos De Chumbo
ISBN: 9788564833463
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 16 x 23 x 2
Páginas: 376
Ano copyright:
Coleção:
Ano de edição: 2019
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
Tempo de Duração:
Quantidade de discos:
Selo:
Código:
Autor: Arthur Poerner
Zuenir Ventura (1931, Além Paraíba, Minas Gerais) é escritor e jornalista há mais de quarenta anos. Trabalhou nos principais veículos de comunicação do país, como os jornais O Globo e Jornal do Brasil e as revistas Visão, Fatos & Fotos, Veja e Época. Foi aluno de Manuel Bandeira na Universidade Federal do Rio de Janeiro, com quem tinha aulas de literatura hispano-americana. Com Cidade partida (1994), um retrato das causas da violência no Rio, venceu o Prêmio Jabuti na categoria Reportagem. Em 2008, lançou 1968, o que fizemos de nós, que retoma uma de suas obras mais conhecidas, 1968, o ano que não terminou (1988). Também escreveu o livro-reportagem Chico Mendes, crime e castigo (2003), entre outros títulos.