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Autor: Fernando Pessoa
Editora: Companhia das Letras
LIVRO INDISPONÍVEL
R$ 52,90
em até 3x sem juros
O conteúdo do baú de Fernando Pessoa parece infinito, e de tempos em tempos a bibliografia pessoana se enriquece com mais um achado, como acontece com esse guia turístico escrito propositadamente em inglês em torno de 1925. Lisboa: o que o turista deve ver, em edição bilíngüe com prefácio de Teresa Rita Lopes, levará o leitor, turista ou não, pelos marcos arquitetônicos, artísticos, folclóricos ou de puro lazer da chamada “cidade branca”.Pessoa, um dos maiores poetas da língua portuguesa, pretendia com este guia inaugurar uma série de publicações visando dignificar Portugal, “descategorizado”, segundo ele, ante o continente europeu. Com mais de oitocentos anos de história, e em grande parte intacta desde os dias de Pessoa, Lisboa se deixa aqui revisitar pelos olhos do poeta que em tantos e importantes heterônimos se desdobrou.Sentaremos nas mesas dos cafés “A Brasileira”, “Montanha” ou “Martinho da Arcada”, que ele freqüentava, subiremos às amieiras do Castelo de São Jorge, construído pelos mouros e marco da fundação do estado português, palmilharemos o Terreiro do Paço, o Cais do Sodré e todos os mil cantos e recantos, ensolarados ou sombrios, de uma cidade quase totalmente reconstruída pelo Marquês de Pombal depois do terremoto de 1755, que pôs abaixo boa parte da antiga Lisboa medieval.
Título: Lisboa: O Que O Turista Deve Ver
ISBN: 9788535912142
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21
Páginas: 192
Ano copyright: 1992
Coleção:
Ano de edição: 2008
Edição: 1ª
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Fernando (António Nogueira) Pessoa nasceu em 1888, em Lisboa. Em 1912, publicou seu primeiro artigo, "A nova poesia portuguesa sociologicamente considerada", na revista A Águia. Em 1914, escreveu os primeiros poemas dos heterônimos Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, aos quais daria personalidades complexas. Sob o nome de Bernardo Soares, Fernando Pessoa escreveu os fragmentos mais tarde reunidos em O livro do desassossego. No ano seguinte, com escritores como Almada Negreiros e Mário de Sá-Carneiro, lançou a revista de poesia de vanguarda Orpheu, marco do modernismo em Portugal e que daria grande projeção ao poeta. O único livro de poesia em português que publicou em vida foi Mensagem (1934), marcado pela visão mística e simbólica da história lusa. Fernando Pessoa morreu em 1935, em Lisboa.