Homo sacer: o poder soberano e a vida nua i

Autor: Giorgio Agamben
Editora: UFMG

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Sinopse

Giorgio AGAMBEN traz à luz o vínculo oculto que sempre ligou a VIDA NUA, a VIDA natural não politizada, ao PODER SOBERANO. Uma obscura figura do direito romano arcaico será a chave que permitirá uma releitura crítica de toda nossa tradição política:o HOMO SACER, um ser humano que podia ser morto por qualquer um impunemente, mas que não devia ser sacrificado segundo as normas prescritas pelo rito. O tema vincula-se com a época atual, uma vez que o corpo biológico do cidadão veio a ocupar uma posição central nos cálculos e estratégias do PODER estatal. A política tornou-se biopolítica, e o campo de concentração surge como o verdadeiro paradigma político da modernidade.Em nossa época, o corpo biológico do cidadão veio a ocupar uma posição central nos cálculos e estratégias do poder estatal. A política tornou-se biopolítica, e o campo de concentração surge como o verdadeiro paradigma político da modernidade. Agamben traz à luz o vínculo oculto que desde sempre ligou a vida nua, a vida natural não politizada, ao poder soberano. E uma obscura figura do direito romano arcaico será a chave que permitirá uma releitura crítica de toda a nossa tradição política: o homo sacer, um ser humano que podia ser morto por qualquer um impunemente, mas que não devia ser sacrificado segundo as normas prescritas pelo rito.

Dados

Título: Homo sacer: o poder soberano e a vida nua i

ISBN: 9788570418296

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 15,5 x 22,5

Páginas: 200

Ano copyright: 1995

Coleção: Humanitas

Ano de edição: 2010

Edição:

Participantes

Autor: Giorgio Agamben

Tradutor: Henrique Burigo

Autor

GIORGIO AGAMBEN

Giorgio Agamben nasceu em Roma em 1942. É um dos principais intelectuais de sua geração, autor de muitos livros e responsável pela edição italiana das obras de Walter Benjamin. Deu cursos em várias universidades europeias e norte-americanas, recusando-se a prosseguir lecionando na New York University em protesto à política de segurança dos Estados Unidos. Foi diretor de programa no Collège International de Philosophie de Paris. Mais recentemente ministrou aulas de Iconologia no Istituto Universitario di Architettura di Venezia (Iuav), afastando-se da carreira docente no final de 2009. Sua obra, influenciada por Michel Foucault e Hannah Arendt, centra-se nas relações entre filosofia, literatura, poesia e, fundamentalmente, política.