Esau e jaco

Autor: Machado de Assis
Editora: Ática

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Sinopse

Flora é uma bela e delicada moça e vive o impasse da escolha de um dos irmãos gêmeos pelos quais está apaixonada: Pedro, médico monarquista, ou Paulo, advogado republicano, que se odeiam desde quando lutavam no útero da mãe, a curiosa e mística Natividade. Ambientando a ação no Rio de Janeiro de fins do Império e início da República, Machado de Assis constrói uma narrativa a um tempo histórica e metafísica, tentando dar conta da realidade brasileira da época, tão incerta e temerária quanto as profecias e delírios que povoam este livro, uma de suas mais instigantes e bem-acabadas obras-primas.

Dados

Título: Esau E Jaco

ISBN: 9788508131914

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 14,3 x 21,8 x 1,5

Páginas: 240

Ano copyright: 2011

Coleção: Bom Livro

Ano de edição: 2011

Edição: 13ª

Participantes

Autor: Machado de Assis

Autor

MACHADO DE ASSIS

Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. Nascido no Morro do Livramento, de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou universidade. Fundador da Cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras, ocupou sua presidência por mais de dez anos. Sua extensa obra constitui-se de nove romances e peças teatrais, duzentos contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas. Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias póstumas de Brás Cubas (1881). Este romance é posto ao lado de todas suas produções posteriores, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, ortodoxamente conhecidas como pertencentes a sua segunda fase, em que se notam traços de pessimismo e ironia. Sua primeira fase literária é constituída de obras como Ressurreição, A mão e a luva, Helena e Iaiá Garcia, onde notam-se características herdadas do Romantismo, ou "convencionalismo", como prefere a crítica moderna.