A vantagem humana: como nosso cerebro se tornou superpoderoso

Autor: Suzana Herculano-Houzel
Editora: Companhia das Letras

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Sinopse

Elefantes têm cérebros maiores que os humanos. Então por que somos mais inteligentes? Remontando ao homo erectus, que viveu há um milhão e meio de anos, a neurocientista brasileira Suzana Herculano-Houzel demonstra sua instigante tese de que o desenvolvimento extraordinário do cérebro humano não foi um desvio excepcional na evolução das espécies, mas uma decorrência da prática exclusivamente humana de se cozinhar os alimentos.Mas, se não somos uma exceção às regras da evolução, qual é a origem da vantagem humana? A autora mostra que não é o tamanho do cérebro que interessa, mas o fato de termos mais neurônios no córtex cerebral do que qualquer outro animal, graças à invenção de nossos antepassados — de cerca de um milhão e meio de anos atrás — de uma maneira mais eficiente de obter calorias: cozinhar.Aliando o rigor científico a um texto inspirador e divertido, A vantagem humana nos oferece uma entusiasmante explicação sobre como nos tornamos notáveis sem nunca termos sido especiais.

Dados

Título: A vantagem humana: como nosso cerebro se tornou superpoderoso

ISBN: 9788535929904

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 14 x 21

Páginas: 352

Ano copyright: 2017

Ano de edição: 2017

Edição:

Participantes

Autor: Suzana Herculano-Houzel

Tradutor: Laura Teixeira Motta

Autor

SUZANA HERCULANO-HOUZEL

Suzana Herculano-Houzel é carioca, neurocientista, professora e pesquisadora da UFRJ. Ela lidera um laboratório onde investiga as regras que a natureza emprega para construir cérebros de tamanhos diferentes. Fez pós-graduação em instituições de pesquisa dos Estados Unidos, França e Alemanha, e quando voltou ao Brasil, em 1999, começou a se dedicar à divulgação científica no Museu da Vida, da Fundação Oswaldo Cruz. Desde então, já publicou vários livros de divulgação da neurociência para grande público: O cérebro nosso de cada dia (2002), Sexo, drogas, rock’n’roll & chocolate (2003), O cérebro em transformação (2005), e Pílulas de neurociência para uma vida melhor (2009). É colunista regular da Folha de S. Paulo e lamenta que o dia tenha apenas 24 horas, pois, além de curtir o marido e os dois filhos, não abre mão do prazer de fazer neurociência, nem de escrever e falar sobre ela para o público mais amplo.