Erguer a voz: pensar como feminista, pensar como negra

Autor: Bell Hooks
Editora: Elefante

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Sinopse

Enfrentar o medo de se manifestar e, com coragem, confrontar o poder, continua a ser uma agenda vital para todas as mulheres”, escreve bell hooks no prefácio à nova edição de Erguer a voz. Na infância, a autora foi ensinada que “responder”, “retrucar” significava atrever-se a discordar, ter opinião própria, falar de igual pra igual a uma figura de autoridade. Nesta coletânea de ensaios pessoais e teóricos, em que radicaliza criticamente a máxima de que “o pessoal é político”, bell hooks reflete sobre assuntos que marcam seu trabalho intelectual: racismo e feminismo, política e pedagogia, dominação e resistência. Em mais de vinte ensaios e uma entrevista, a autora mostra que transitar entre o silêncio e a fala é um gesto desafiador que cura, que possibilita uma nova vida e um novo crescimento ao oprimido, ao colonizado, ao explorado e a todos aqueles que permanecem e lutam lado a lado, rumo à libertação.

Dados

Título: Erguer a voz: pensar como feminista, pensar como negra

ISBN: 9788593115257

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 14 x 21

Páginas: 376

Ano copyright: 2019

Ano de edição: 2019

Edição:

Participantes

Autor: Bell Hooks

Tradutor: Catia Bocaiuva Maringolo

Autor

BELL HOOKS

bell hooks é o pseudônimo da aclamada escritora, educadora, feminista e ativista social estadunidense Gloria Jean Watkins, nascida em 1952, na cidade de Hopkinsville, Kentucky. Autora de vasta obra, incluindo cinco livros infantis, bell hooks investiga de uma perspectiva pós-modernas questões relativas a raça, classe e gênero na pedagogia, na história da sexualidade e do feminismo e na cultura em geral. Aluna de uma escola segregada quando criança e admiradora de Paulo Freire durante vida acadêmica, hooks defende a pluralidade dos feminismos e compreende a prática pedagógica como um lugar fundamentalmente político e de resistência nas lutas antirracista e anticapitalista. Dentre seus inúmeros livros, destacam-se Outlaw Culture: resisting representations, Belonging: a culture of place, Thinking critical teaching: practical wisdom, e Ensinando a transgredir.