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Apaixonado por um bom PF de boteco, Barcinski resolveu encarar a empreitada de compilar este guia após notar a grande repercussão que um descompromissado post sobre comida boa e barata havia tido em seu blog(www.andrebarcinski.blogfolha.uol.com.br).Criou, então, um irreverente guia dedicado aos locais que servem culinária "ogra", isto é, aqueles em que os garçons são velhos e feios e não modelos aspirantes a celebridade, ou em que a comida ocupa ao menos 85% da área dos pratos.Os restaurantes foram listados na ordem de preferência do autor, sendo os primeiros de cada capítulo aqueles que Barcinski frequenta mais - e talvez por isso o guia traga tantas pérolas escondidas pelo centro de São Paulo."O que não quer dizer que os últimos listados não sejam também fantásticos", diz o autor.Irreverente e interessante, cultural e antropologicamente, a publicação reúne a nata dos "mata-fome" da cidade, de acordo com os 10 Mandamentos dos templos ogros expressos por Barcinski no começo do livro-guia.Para facilitar o trabalho dos famintos, os restaurantes foram divididos em dez grupos: 1-PF e almoço, 2-Carnes, 3-Pizzarias e Italianos, 4-Japoneses e Coreanos, 5-Chineses, 6-Nordestinos, 7-Árabes e similares, 8-Lanches e salgados, 9-Petiscos e 10-Étnicos variados.E, apesar de não haver uma classificação por preços, os locais mais caros do guia estão devidamente destacados, já que a grande maioria preza pela filosofia de servir comida de qualidade e com preços justos.
Título: Guia Da Culinaria Ogra: 195 Lugares Para Comer Ate Cair
ISBN: 9788576658573
Idioma: Português
Encadernação: Capa flexível
Formato: 13 x 22
Páginas: 112
Ano copyright: 2012
Coleção:
Ano de edição: 2012
Edição: 1ª
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Autor: Andre Barcinski
Jornalista e diretor de TV e cinema, trabalhou na Folha de S.Paulo e no Notícias Populares, entre outros jornais, e é colunista do portal R7. Ganhou, em 1992, o Prêmio Jabuti de melhor reportagem pelo livro Barulho: uma viagem ao underground do rock americano, e em 2001, o Prêmio Especial do Júri do Festival de Sundance (Estados Unidos) pelo documentário Maldito, sobre o diretor José Mojica Marins, o Zé do Caixão.