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Autor: Pascal | Montaigne
Editora: AUSTER
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Numa célebre passagem de sua Arte de persuadir, o gênio francês Blaise Pascal afirma: os homens quase sempre são levados a acreditar não no que está provado, mas naquilo com que concordam. É com base nisso que ele desenvolve, neste seu pequeno ensaio, uma série de maneiras de apresentar, de expor para as pessoas a conexão entre a verdade e os seus princípios.A arte persuasiva de Pascal depende de que uma franca e honesta conversa seja estabelecida entre os interlocutores. Foi notando essa interrelação entre conversa e convencimento que a presente edição decidiu brindar o leitor com outro tratado igualmente precioso para quem se interessa pelo mundo da comunicação.Para Montaigne, “o exercício mais frutuoso e natural de nosso espírito é a conversação”. Para o grande ensaísta francês, é pela conversação que robustecemos o espírito, e pela incapacidade de estabelecê-la é que o embrutecemos. Em A arte da conversação, Montaigne discorre sobre a prática daquele ato que “é, para mim, mais doce do que qualquer outro ato de nossa vida”: quais são os princípios da boa conversação, e quando podemos saber que estamos distantes de uma conversa saudável e edificante.
Título: A Arte De Persuadir Precedida De A Arte Da Conversaçao
ISBN: 9786587408521
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21 x 0,6
Páginas: 92
Ano copyright:
Coleção:
Ano de edição: 2023
Edição: 1ª
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Michel Eyquem de Montaigne, nasceu em 1533, no Castelo de Montaigne, na França. Filho e herdeiro de Pierre, Seigneur de Montaigne, foi educado falando latim como primeira língua. Sempre conservou uma disposição de espírito latina e, embora conhecesse o grego, preferia usar traduções. Depois de estudar direito, finalmente tornou-se conselheiro do Parlamento de Bordeaux. Em 1569, publicou a sua versão francesa de Theologia Naturalis, de Raymond Sebond; o seu Apologie é apenas em parte uma defesa de Sebond, em que estabelece limites céticos para o raciocino humano sobre Deus, o homem e a natureza. Em 1571, muda-se para sua terras em Montaigne, dedicando-se à leitura, à reflexão e à composição de seus Ensaios (primeira versão, 1580). Montaigne tinha aversão ao fanatismo e às crueldades do período das guerras religiosas, mas apoiava a ortodoxia católica e a instituição monárquica. Duas vezes foi eleito prefeito de Bordeaux (1581 e 1583), cargo que ocupou por quatro anos. Morreu em Montaigne, em 1592, enquanto preparava a edição final, e a mais rica, de seus Ensaios.