Cleopatra

Autor: Henry Rider Haggard
Editora: Madras

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Sinopse

Cleópatra foi a última rainha do Egito. Uma das personagens mais marcantes da dinastia lágida. Ela subiu ao trono em 51 a.C., após a morte do pai, Ptolomeu XII, permanecendo até sua morte, em 30 a.C. Era uma mulher extremamente vaidosa e utilizou sua beleza, inteligência e sedução para os interesses pessoais e políticos. Este romance narra a história de Cleópatra a partir de três papiros encontrados em uma tumba nas montanhas desertas da Líbia, atrás do templo e da cidade de Abidos, o suposto local de sepultamento de Osíris. Esses manuscritos foram registrados por Harmachis, o príncipe herói que era o legítimo herdeiro do trono na época de Cleópatra. Agora ele fala com você de sua tumba esquecida e conta a história de sua queda, o destino daquele que se esqueceu de seu Deus, de sua honra e de seu país, deixando-se seduzir pelos encantos da bela rainha. Esta narrativa sugere uma possível resposta a questões como: Que influência maligna e segredos nefastos estavam agindo, enfraquecendo, de forma contínua, a prosperidade de Cleópatra e cegando seu julgamento? Por que ela se lançou sobre o Ácio e Antonio a seguiu, abandonando a própria tropa e exército à destruição? Seria isso uma maldição dos deuses do Egito? Aqui você conhecerá a glória de Ísis de muitas formas. Harmachis, o egípcio condenado, saúda você que segue a estrada pela qual ele viajou.

Dados

Título: Cleopatra

ISBN: 9788537006887

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 16 x 23 x 2

Páginas: 288

Ano de edição: 2020

Edição:

Participantes

Autor: Henry Rider Haggard

Autor

HENRY RIDER HAGGARD

Nascido no seio da elite dirigente vitoriana, o jovem Henry Rider Haggard aos 19 anos, foi nomeado para um cargo na administração imperial britânica. Secretário do governador da província de Natal, ascendeu depois a um importante posto. Finda a comissão, regressou a Londres para se dedicar à advocacia, função que depressa abandonou. Dedicou-se por inteiro à escrita, à atividade política e à direção das suas propriedades agrícolas. Imperialista e colonialista entusiasta, foi uma autoridade em questões coloniais, qualidade que lhe mereceu a elevação a Cavaleiro da Ordem do Império Britânico (1912). Não sendo um profissional das letras, Sir Haggard foi, contudo, um prolífico novelista que soube manter as graças de um vasto público recorrendo à sábia combinação de heroísmo, beleza, exotismo e ação. Conheceu o sucesso em 1885, ao publicar As minas de Salomão, obra que chegou aos leitores de língua portuguesa na belíssima versão de Eça de Queiroz, a única tradução feita pelo autor de Os Maias. A história da expedição científica ao país dos Cacuanas, povo de feições aquilinas envolto na névoa bíblica, a guerra civil entre os partidários do rei legítimo e o usurpador Tuala, instigado pela pérfida e antediluviana Gagula, marcou impressivamente o imaginário europeu sobre uma África imersa em enigmas, perigos e tesouros fabulosos.