Diario do hospicio / cemiterio dos vivos

Autor: Lima Barreto
Editora: Cosac Naify

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Sinopse

Este volume reúne duas obras de Lima Barreto, Diário do Hospício e o romance inacabado O cemitério dos vivos. O primeiro é um documento impressionante da internação do escritor, entre o natal de 1919 e fevereiro de 1920, no Hospício Nacional dos Alienados, no Rio de Janeiro. O segundo enfrenta, em chave ficcional, a experiência da loucura, narrada no primeiro. Publicados postumamente, em 1953, funcionam como vasos comunicantes. Esta nova edição, além de contar com um prefácio exclusivo do crítico Alfredo Bosi, oferece um conjunto inédito de informações que entrelaça diferentes disciplinas: crítica literária, história e psiquiatria. Aliando pesquisa iconográfica e a reprodução de crônicas de escritores como Machado de Assis, Raul Pompéia e Olavo Bilac, o drama pessoal do escritor ressurge num quadro histórico mais amplo em torno do hospício e da capital da República, na virada do século XIX para o século XX.

Dados

Título: Diario Do Hospicio / Cemiterio Dos Vivos

ISBN: 9788575039106

Idioma: Português

Encadernação: Capa dura

Formato: 16 x 23

Páginas: 352

Ano copyright: 2010

Ano de edição: 2010

Edição:

Participantes

Autor: Lima Barreto

Autor

LIMA BARRETO

Afonso Henriques de Lima Barreto nasceu no Rio de Janeiro, em 1881. A mãe, escrava liberta, morreu quando o filho tinha seis anos. A abolição da escravatura ocorreu em 1888, no dia de seu aniversário de sete anos, mas as marcas desse período, o preconceito racial e a difícil inserção de negros e mulatos na sociedade brasileira nunca deixaram de ocupar o centro de sua obra literária. Em 1900, o escritor deu início aos registros do Diário íntimo, com impressões sobre a cidade e a vida urbana do Rio de Janeiro. Lima Barreto começa sua colaboração mais regular na imprensa em 1905, quando escreve reportagens, publicadas no Correio da Manhã, sobre a demolição do Morro do Castelo, no centro do Rio, consideradas um dos marcos inaugurais do jornalismo literário brasileiro. Na mesma época, começa a escrever a primeira versão de Clara dos Anjos, livro que seria publicado apenas postumamente, e elabora os prefácios de dois romances: Recordações do escrivão Isaías Caminha e Vida e morte de M. J. Gonzaga de Sá. No romance Recordações do escrivão Isaías Caminha, o jornal Correio da Manhã e seu diretor de redação são retratados de maneira impiedosa, e Lima Barreto tem então seu nome proscrito na grande imprensa carioca. O escritor passa a publicar crônicas, contos e peças satíricas em veículos como Fon-Fon, Careta e O Malho. Em 1911, escreve e publica Triste fim de Policarpo Quaresma em folhetim do Jornal do Comércio. Postumamente saem Os bruzundangas e as crônicas de Bagatelas e Feiras e mafuás. Morreu no Rio de Janeiro, em 1922.