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Autor: Fernando Pessoa
Editora: Companhia das Letras
LIVRO INDISPONÍVEL
R$ 82,90
em até 3x sem juros
Fernando Pessoa marcou a poesia do século xx sobretudo por ter se desdobrado em vários, com a invenção de poetas imaginários como Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis. Mas, enquanto escrevia as obras poéticas de seus outros 'eus', o autor tão multifacetado não deixava de modelar a própria faceta. 'Poesia 1918-1930' é o segundo dos três volumes que reúnem os versos que ele não atribuiu a nenhum de seus 'heterônimos'. Por muito tempo, dessa parte da sua obra se conhecia apenas o livro Mensagem e mais os poucos poemas que ele publicou em vida, em revistas literárias, ou enviou por carta a seus amigos. Nas últimas décadas, os pesquisadores começaram a dar maior atenção ao vasto acervo de inéditos que o poeta deixou sem atribuição. Centenas deles só viriam a ser publicados no século xxi. Este volume mostra um poeta a caminho da maturidade. No mesmo período, ele trabalhava a todo vapor na obra dos seus heterônimos, mas nunca deixava de voltar a seus próprios temas e inquietações. Poeta da melancolia, para quem a verdadeira realidade é o sonho, Pessoa fez da poesia um refúgio particular, mas também uma fortaleza de onde pudesse negar o mundo e seus males.
Título: Poesia 1918-1930
ISBN: 9788535909821
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 16 x 23
Páginas: 487
Ano copyright: 2005
Coleção:
Ano de edição: 2007
Edição: 1ª
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Autor: Fernando Pessoa
Fernando (António Nogueira) Pessoa nasceu em 1888, em Lisboa. Em 1912, publicou seu primeiro artigo, "A nova poesia portuguesa sociologicamente considerada", na revista A Águia. Em 1914, escreveu os primeiros poemas dos heterônimos Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, aos quais daria personalidades complexas. Sob o nome de Bernardo Soares, Fernando Pessoa escreveu os fragmentos mais tarde reunidos em O livro do desassossego. No ano seguinte, com escritores como Almada Negreiros e Mário de Sá-Carneiro, lançou a revista de poesia de vanguarda Orpheu, marco do modernismo em Portugal e que daria grande projeção ao poeta. O único livro de poesia em português que publicou em vida foi Mensagem (1934), marcado pela visão mística e simbólica da história lusa. Fernando Pessoa morreu em 1935, em Lisboa.