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Autor: Cecilia Meireles
Editora: Global
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A obra traz diversos poemas, com uma linguagem acessível e coloquial, e mostra toda a influência da literatura portuguesa na vida da autora, desde sua infância. Seus versos simples contemplam o efêmero, a consciência humana sobre a brevidade da vida e os sonhos, em um lírico impregnado de melancolia. A autora dialoga ao mesmo tempo com a tradição e com a modernidade, utilizando da quadra em metro curto e de diversos corpus temáticos, abordando principalmente o conhecimento do eu, do outro e do mundo. Em Canções, a poesia de Cecília aparece inteira: breve, leve e sublime. Uma poesia que canta e encanta. A menina que desde muito nova viveu rodeada de silêncio e solidão, nos traz nesses versos sua música tão efêmera e, ao mesmo tempo, tão eterna.
Título: Canções
ISBN: 9788526022492
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 13,5 x 23 x 0,4
Páginas: 88
Ano copyright:
Coleção:
Ano de edição: 2016
Edição: 2ª
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Autor: Cecilia Meireles
Cecília Meireles, batizada Cecília Benevides de Carvalho Meireles, (Rio de Janeiro, 1901-1964) foi poeta, ensaísta, cronista, folclorista, tradutora, educadora e pintora e é considerada uma das vozes mais importantes das literaturas de língua portuguesa. Aos 3 anos de idade perdeu a mãe e não chegou a conhecer o pai, que morreu antes de seu nascimento. Órfã, foi criada pela avó materna, Jacinta Garcia Benevides. Casou-se em 1922 com Fernando Correia Dias, um artista plástico com quem teve três filhas. O marido cometeu suicídio em 1935 em razão da depressão. Viúva, casou-se novamente em 1940 com Heitor Vinícius da Silveira Grilo, professor e engenheiro agrônomo. Em 1919, publica seu primeiro livro de poemas intitulado Espectros. Em 1934, Cecília organiza a primeira biblioteca infantil do Rio de Janeiro. Em 1939, a autora é agraciada com o Prêmio de Poesia Olavo Bilac concedido pela Academia Brasileira de Letras pelo livro Viagem. Entre os prêmios que recebeu, estão ainda: Prêmio de Tradução/Teatro, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte, em 1962; e, no ano seguinte, ganhou o Prêmio Jabuti de Tradução de Obra Literária, pelo livro Poemas de Israel, concedido pela Câmara Brasileira do Livro; no ano de sua morte, recebeu ainda o Jabuti de poesia pelo livro Solombra; e em 1965, o Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto de sua obra. Sua poesia foi traduzida para 8 idiomas, e musicada por nomes como Francisco Mingnone, Lamartine Babo e Fagner. Canção da Tarde no Campo, Ou Isto ou Aquilo, Viagem, Criança, meu Amor, Poema dos Poemas e Nunca mais são alguns de seus livros.