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Autor: Cidinha da Silva
Editora: Relicário
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Nos 16 ensaios que compõem Quando borboletas furiosas se tornam mulheres negras: nós e os livros, a autora investiga as tensões, armadilhas e insurgências que atravessam a experiência de escritoras negras no mercado editorial. O livro se constrói a partir de três fios que tecem essa trama: o casulo, a lagarta e a borboleta, que correspondem, por sua vez, ao cerceamento da liberdade criativa, à exigência constante de justificativa e explicação do que se escreve, em vez da discussão sobre como se escreve, e à ira organizada que se transforma em enfrentamento político e estético.Entre convites indignos, políticas de representatividade limitadoras e expectativas que confinam escritoras negras ao papel de eternas educadoras da branquitude, a obra desnuda os mecanismos sutis e explícitos de controle e silenciamento. Ao mesmo tempo, reivindica o direito à experimentação formal, à crítica, ao encantamento e à construção de novos imaginários.Quando borboletas furiosas se tornam mulheres negras é um livro que confronta o mercado editorial e a sociedade literária brasileira, recusando o lugar estreito que historicamente destinam às mulheres negras. Porque o futuro, afirma a autora, não é a promessa abstrata da inclusão, mas as asas abertas das mulheres negras que ousam escrever, criar e insurgir.
Título: Quando Borboletas Furiosas Se Tornam Mulheres Negras: Nós E Os Livros
ISBN: 9786550900526
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 13 x 19 x 0,5
Páginas: 144
Ano copyright:
Coleção: Nos.Otras
Ano de edição: 2026
Edição: 1ª
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Autor: Cidinha da Silva
(Belo Horizonte, 1967) transita entre a crônica, o conto, o ensaio, a dramaturgia e a literatura infanto-juvenil. A versatilidade de Cidinha da Silva é colocada a serviço de longa investigação que busca apontar tensões e diálogos entre as tradições afro-diaspóricas e a contemporaneidade no Brasil.