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O autor rejeitou por toda a vida o rótulo de guru espiritual, falando sobre os valores da humanidade e refletindo sobre problemas como violência e corrupção, e o desafio de viver a espiritualidade sem instituições. Neste livro, Krishnamurti elimina símbolos e associações falsas na busca da pura verdade e da perfeita liberdade. Por meio de discussões sobre sofrimento, medo, fofoca, sexo e outros tópicos, a busca de Krishnamurti oferece ao leitor uma aventura em direção ao significado de estar vivo. Um entusiasta da necessidade de uma revolução na psique de cada ser humano, o autor nos encoraja a encontrar a cura através de nosso próprio entendimento. Assuma o caminho, uma página por vez.
Título: A primeira e a ultima liberdade
ISBN: 9788542218824
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 13,5 x 21 x 1,4
Páginas: 288
Ano copyright: 2020
Coleção:
Ano de edição: 2020
Edição: 1ª
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Aldous Leonard Huxley nasceu em 26 de julho de 1894, na Inglaterra. Em 1916, publica seu primeiro livro, uma coletânea de poemas. A partir de 1921, sua reputação literária se estabelece, através de Crome yellow. Em seguida, escreve Antic hay (1923), Folhas inúteis (1925) e Contraponto (1928), sátiras onde analisa de modo espirituoso e implacável os dissabores do mundo moderno. No período anterior à Segunda Guerra Mundial, sua obra adquire tons mais sombrios, incluindo o célebre romance Admirável mundo novo (1932), antiutopia que descreve a desumanizada sociedade do futuro, e Sem olhos em Gaza (1936), uma novela pacifista. Em 1937, deixa a Europa e se muda para a Califórnia. Além de ensaios sobre assuntos tanto culturais quanto religiosos, em que se nota a forte influência da mística oriental, Huxley publicou O tempo deve parar (1944), O macaco e a essência (1949), A ilha (1962) e As portas da percepção (1954), onde descreve suas experiências com a mescalina. Aldous Huxley faleceu em 22 de novembro de 1963, curiosamente mesmo dia do assassinato de John Fitzgerald Kennedy.