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Autor: Aglaja Veteranyi
Editora: Relicário
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Logo após a escrita do aclamado Por que a criança cozinha na polenta, Aglaja Veteranyi – cuja obra é profundamente marcada por experiências autobiográficas – começou a escrever este novo livro, publicado postumamente em 2002.A protagonista do primeiro, uma criança de circo romena, filha de uma mulher que se pendura pelos cabelos e de um homem que se apresenta como palhaço, é agora uma mulher adulta que vive na Suíça. Enredada em sua própria história de deslocamentos pelo mundo e exílio forçado pela ditadura de Nicolae Ceaușescu, ela tenta libertar-se das amarras da infância. A morte da tia, figura de quem esteve mais próxima que da mãe, torna-se o impulso para revisitar o passado e iluminar o intricado cosmo familiar. Entre a mãe distante, a tia morta e uma parentela que ressurge sem cessar, a narradora busca compreender quem é e de onde vem – numa história sobre laços familiares, perda e autodescoberta.
Título: A Estante Dos Últimos Suspiros
ISBN: 9786550900489
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21 x 0,7
Páginas: 120
Ano copyright:
Coleção:
Ano de edição: 2026
Edição: 1ª
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Autor: Aglaja Veteranyi
Ilustrador: Estúdio Drama | Tiago Araujo
Tradutor: Fernando Klabin
Aglaja Veteranyi nasceu em Bucareste (Romênia) em 17 de maio de 1962. Filha de artistas circenses que em 1967 fugiram da ditadura Ceausescu, passou a infância e a adolescência viajando e se apresentando com o circo pela Europa, África e América Latina. Em 1977, passou a viver na Suíça, onde adquiriu sua “língua-madrasta”, o alemão. Em Zurique, formou-se em teatro, trabalhou como atriz, dramaturga, diretora e professora de artes dramáticas e dirigiu, durante onze anos, uma escola de teatro. Em 1993, foi co-fundadora do grupo de literatura experimental Die Wortpumpe e, em 1996, do grupo de teatro Die Engelmaschine. Por que a criança cozinha na polenta (1999) foi adaptado por ela própria para o teatro e traduzido para várias línguas. Seu segundo romance e um terceiro livro, reunindo suas mini-histórias, já estavam concluídos quando, em 3 de fevereiro de 2002, Aglaja decidiu pôr fim à própria vida.