A morte social dos rios

Autor: Mauro Leonel
Editora: Perspectiva

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Sinopse

O tempo encarregou-se de comprovar os acertos e a agudeza do trabalho de MauroLeonel, que há vinte anos já demonstrava que a questão ambiental e a econômica eramcomplementares e exigiam uma resposta inovadora. A primeira década este século trouxe, de fato avanços, mas nos últimos dez anos as tensões sociais e econômicas vem se agravando ano a ano com o abandono da pauta preservacionista e o reavivamento de políticas extrativistas e de ataques às florestas. Nessa nova edição, Leonel dirige sua pena contra a irresponsabilidade de um governo que opõe de maneira mais do que suspeita o desenvolvimento econômico à preservação responsável do ambiente natural. O resultado é conhecido: ruptura, pobreza e desigualdade social.

Dados

Título: A Morte Social Dos Rios

ISBN: 9786555050011

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 13 x 22

Páginas: 480

Ano copyright: 2020

Coleção: Estudos

Ano de edição: 2020

Edição:

Participantes

Autor: Mauro Leonel

Ilustrador: Sebastiao Salgado

Autor

SEBASTIAO SALGADO

Sebastião Salgado nasceu na cidade mineira de Aimorés, em 1944, mas vive em Paris desde fins da década de 1960. Obteve o mestrado em Economia pela Universidade de São Paulo, em 1968, e tornou-se doutor pela Université de Paris, em 1971. Trabalhou na Organização Internacional do Café, em Londres, entre 1971 e 1973, antes de retornar a Paris e passar a fotografar profissionalmente para a agência Sgyma em 1974. Transferiu-se no ano seguinte para a Gamma, iniciando a documentação sobre as condições de vida dos camponeses e índios latino-americanos que o tornaria mundialmente conhecido. Em 1979 deixou a Gamma pela prestigiosa agência Magnum, que chegou a presidir e na qual permaneceu até 1994, ano em que criou, com sua esposa Lélia Wanick Salgado, a Amazonas Imagens. Em 1982 foi contemplado com o prêmio Eugene Smith (EUA), inaugurando assim uma longa série de importantes prêmios internacionais, entre os quais se destacam o World Press (Holanda, 1985), o Oscar Barnack (Alemanha, 1985 e 1992), o Erna e Victor Hasselblad (Suécia, 1989), e o de Fotojornalismo do International Center of Photography (EUA, 1990). Recebeu ainda diversas outras honrarias, sendo representante especial da Unicef e membro honorário da Academia das Artes e Ciências dos Estados Unidos. É autor, entre outros, de Trabalhadores (1997), Terra (1997), premiado com o Jabuti 1998 na categoria Reportagem, Serra Pelada (1999), Êxodos (2000), África (2007) e Gênesis (2013).