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Organizador: Jose Miguel Wisnik
Editora: Companhia das Letras Pt
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Espelhando a entrada da exposição, o livro abre com uma seleção de frases, de diversas autorias e épocas, que introduz o leitor às múltiplas e contraditórias facetas do Brasil. Segue-se um ensaio de José Miguel Wisnik, curador-geral, que analisa as bases das relações sociais e culturais do país e as muitas linguagens criativas que compõem a identidade brasileira.No texto seguinte, a jornalista e escritora Eliane Brum reflete sobre a trágica desflorestação da Amazónia e sobre o papel do colonialismo nesta catástrofe. Por sua vez, Guilherme Wisnik, curador-adjunto, analisa a modernidade brasileira, o surgimento histórico de Brasília e a dicotomia entre as esferas pública e privada.Milena Britto, curadora-adjunta, aborda um conjunto de obras relacionadas com a retomada indígena, a negritude, a vanguarda artística, a produção de artistas mulheres e as manifestações culturais nas ruas, matas e favelas. Finalmente, Rafael Xucuru-Kariri e Suzane Lima Costa analisam as lutas pela recuperação territorial e pela reapropriação e ressignificação de objetos-entidade, como os mantos tupinambá.O livro inclui ainda uma seleção de imagens de obras expostas.
Título: Complexo Brasil
ISBN: 9789895890989
Idioma: Português (PT)
Encadernação: Brochura
Formato:
Páginas: 208
Ano copyright:
Coleção:
Ano de edição: 2025
Edição: 1ª
Região:
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Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
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Organizador: Jose Miguel Wisnik
José Miguel Wisnik (São Vicente — SP, 1948) é ensaísta e crítico literário. Maquinação do mundo: Drummond e a mineração (2018) é seu livro mais recente. Entre outros títulos estão O coro dos contrários: a música em torno da Semana de 22 (1977) e O som e o sentido (1989). Além de professor livre-docente aposentado de literatura brasileira pela Universidade de São Paulo, é compositor com quatro discos gravados e trilhas sonoras compostas para cinema, dança e teatro, com destaque para o filme Terra estrangeira (1995), de Walter Salles; e as montagens de Mistérios gozosos, de Oswald de Andrade, e Os sertões, de Euclides da Cunha, ambas do Teatro Oficina.