Quando fui pai do meu irmão: o desafio é sempre imprimir sentido à existência

Autor: Frei Betto
Editora: Ediçoes 70 (br)

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Sinopse

Uma vida se faz de inúmeros eventos, por mais corriqueiros que pareçam. No caso de Frei Betto, tais acontecimentos não se restringem à trajetória da maioria das pessoas, inseridas em rotinas familiar e profissional que, muitas vezes, se assemelham. Quis o destino, diriam alguns, ou a mão de Deus, diriam outros, que Frei Betto vivenciasse situações inusitadas, extraordinárias, aqui descritas com esmero e fascínio.Frade dominicano, jornalista e militante político, esteve preso sob a ditadura militar em 1964 e de 1969 a 1973. No cárcere, escreveu seu primeiro livro, Cartas da prisão.Durante anos, cuidou de seu irmão caçula, afetado por distúrbios mentais. A relação afetuosa entre os dois comprova que a melhor terapia para dependentes químicos é o amor, embora médicos, remédios e terapias sejam necessários. Nada, porém, substitui o apoio familiar, como o autor testemunha nessas páginas.Frei Betto relata nesta obra surpreendentes lições de vida prenhes de sabedoria, pedagogia e espiritualidade.

Dados

Título: Quando Fui Pai Do Meu Irmão: O Desafio É Sempre Imprimir Sentido À Existência

ISBN: 9786554272407

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 16 x 23 x 1

Páginas: 176

Ano copyright: 2025

Ano de edição: 2025

Edição:

Participantes

Autor: Frei Betto

Autor

FREI BETTO

Carlos Alberto Libânio Christo, o Frei Betto, nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, em 1944. Estudou jornalismo, antropologia, filosofia e teologia. Frade dominicano e escritor, é considerado uma das vozes mais ativas na luta pela justiça social na América Latina. Recebeu vários prêmios por sua atuação em prol dos direitos humanos e a favor dos movimentos populares. Na área cultural, foi assistente de direção de José Celso Martinez Corrêa no Teatro Oficina, na primeira montagem da peça de Oswald de Andrade, O rei da vela e crítico de teatro do jornal Folha da Tarde (1967/1968). Tem mais de cinquenta livros publicados no Brasil e no exterior, que refletem sua trajetória como militante político e talentoso ficcionista. Entre os prêmios que recebeu estão o Jabuti, em 1982, por seu livro de memórias Batismo de Sangue e o prêmio Juca Pato por sua obra Fidel e a Religião.