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Autor: Pablo Neruda
Editora: L&PM Pocket
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Numa época em que a Rússia passava por grandes mudanças, Pablo Neruda se encontrava perto da morte. Junto com sua, mulher, Mathilde, o poeta esteve em Moscou, em dezembro de 1971, em busca de uma cura para o mal que o assolava: o câncer. Enquanto via a esperança florescer nos rostos do povo russo, o escritor que sempre celebrou a vida em seus poemas estendia a mão para a morte. A esperança russa coincidia com a sua e, apesar de não encontrar a cura para sua doença, Neruda teve o prazer de ver um de seus maiores sonhos revolucionários – o regime comunista – em vigência no país.Dessa mistura de sentimentos, surgiram os poemas de Elegia. Versando sobre a cidade de Moscou, amigos ausentes, mortos e desaparecidos, o autor criou um livro repleto de afeto e saudade. Traz tanto uma celebração da vida quanto uma aceitação da morte. É o adeus de um poeta que nunca deixou de viver.“Agora entremos,/ que se apague a sala e com um refletor/ iluminemos as caras/ para que assim possam ver/ dois alegres pássaros/ dispostos a chorar com todo o mundo.”Elegia está sendo publicado no Brasil dentro do projeto da L&PM Editores de disponibilizar vários títulos do poeta em formato acessível de livro de bolso.
Título: Elegia
ISBN: 9788525414182
Idioma: Português, Espanhol
Encadernação: Brochura
Formato: 10,7 x 17,8 x 0,6
Páginas: 88
Ano copyright:
Coleção: L&Pm Pocket - Vol. 433
Ano de edição: 2005
Edição: 1ª
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Formato de tela:
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Pablo Neruda nasceu em 1904, no Chile. Considerado um dos mais importantes poetas do século XX, estreou na literatura com apenas vinte anos, com a obra Crepusculário (1923). Por muito tempo, conciliou a vida literária com a diplomática: foi cônsul do Chile na Espanha e no México e embaixador chileno na França. Em 1971, recebeu o Prêmio Nobel de Literatura e o Prêmio Lênin da Paz. Morreu em 1973. Em sua vasta obra destacam-se Residência na Terra (1933), España en el corazón (1937), Canto Geral (1950), Cem sonetos de amor (1959), Memorial de Isla Negra (1964), A espada incendiada (1970) e Confesso que vivi (1974). Lançado postumamente, o Livro das perguntas foi editado no Brasil em 2008, com ilustrações do espanhol Isidro Ferrer (também na edição original) e tradução do poeta Ferreira Gullar.