Diadorim

Autor: Joao Guimaraes Rosa
Editora: Livre de Poche

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Sinopse

À travers amours et guerres, envoûté par l'énigmatique Diadorim, évoquant toutes les aventures qui firent de lui un preux jagunço, un gardien de troupeaux, Riobaldo, raconte les journées encore brûlantes passées de bataille en bataille, les longues chevauchées à méditer sur la vie et la mort, dans le décor aride du sertão, lieu de l'épreuve, de la révélation et de la confrontation à l'infini.Unique roman et chef-d’œuvre du plus grand écrivain brésilien du XXe siècle, Diadorim apparaît d'ores et déjà, au même titre que Don Quichotte, La Chanson de Roland ou Faust pour la tradition européenne, comme une œuvre mythique de dimension universelle. Un véritable tour de force sur le plan de la langue. Une des œuvres formellement les plus abouties du siècle. Mario Vargas Llosa. Une œuvre d'une dimension rare en littérature... L'un des plus grands livres qu'on ait jamais écrits. Brutal, tendre, cordial, sauvage, vaste comme le Brésil lui-même.Jorge Amado. Préface de Mario Vargas Llosa

Dados

Título: Diadorim

ISBN: 9782253067962

Idioma: Francês

Encadernação: Brochura

Formato: 11 x 17,8

Páginas: 936

Ano copyright: 2017

Coleção: Biblio - Vol. 34108

Ano de edição: 2017

Edição:

Autor

JOAO GUIMARAES ROSA

João Guimarães Rosa, um dos mais importantes escritores brasileiros de todos os tempos, nasceu em Cordisburgo, MG, em 1908. Aos 10 anos mudou-se para Belo Horizonte e com apenas 16 anos entrou para a Faculdade de Medicina. Em 1930 casou-se pela primeira vez mas o casamento não durou muito. Ainda nesse ano se formou e passou a exercer a profissão em Itaguara (MG). Sua estreia literária foi em 1929, com a publicação do conto “O mistério de Highmore Hall" na revista O Cruzeiro. Em 1936, a coletânea de versos Magma, recebeu o Prêmio Academia Brasileira de Letras. Aprovado em concurso para o Itamaraty, passou alguns anos de sua vida como diplomata na Europa e na América Latina, quando conheceu sua segunda esposa, Aracy Moebius de Carvalho. O livro de contos Sagarana, publicado em 1946, garantiu-lhe um lugar de destaque no panorama da literatura brasileira, pela linguagem inovadora e a riqueza de simbologia dos seus contos. Em 1952, Guimarães Rosa fez uma longa excursão a Mato Grosso e escreveu o conto "Com o vaqueiro Mariano", que integra o livro póstumo Estas estórias (1969). A importância dessa excursão foi colocar o autor em contato com os cenários, os personagens e as histórias que ele iria recriar em Grande sertão: Veredas (1956), único romance escrito por ele e um dos mais importantes textos da literatura brasileira. Seus textos ambientam-se quase todos no chamado sertão brasileiro, e sua obra destaca-se, sobretudo, pelas inovações de linguagem, sendo marcada pela influência de falares populares e regionais. Em 1963 foi eleito por unanimidade para a Academia Brasileira de Letras mas, temendo ser tomado por uma forte emoção, adiou a cerimônia de posse por quatro anos. Faleceu três dias depois, em 19 de novembro de 1967.