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Organizador: Lelia Wanick Salgado
Editora: Taschen BR
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Durante seis anos, Sebastião Salgado viajou pela Amazônia brasileira, fotografando a beleza incomparável da região: a floresta, os rios, as montanhas e seus habitantes — um tesouro insubstituível da humanidade.Salgado descreve a Amazônia brasileira como "a última fronteira, um universo misterioso onde o poder da natureza pode ser sentido como em nenhum outro lugar da Terra. Aqui, existe uma floresta que se estende ao infinito e contém um décimo de todas as espécies de plantas e animais existentes. É o maior laboratório natural do mundo."Salgado visitou dezenas de tribos indígenas que vivem em comunidades espalhadas pela maior floresta tropical do mundo. Ele documentou o cotidiano dos povos Yanomami, Asháninka, Yawanawá, Suruwahá, Zo’é, Kuikuro, Waurá, Kamayurá, Korubo, Marubo, Awá e Macuxi: seus fortes laços familiares, como caçam e pescam, como preparam e compartilham as refeições, seu notável talento para pinturas faciais e corporais, a importância de seus xamãs, suas danças e rituais.Sebastião Salgado dedica este livro aos povos indígenas do Brasil: “Desejo, de todo o meu coração, com toda a minha energia, com toda a paixão que há em mim, que daqui a 50 anos este livro não seja uma lembrança de um mundo perdido. A Amazônia deve perdurar."
Título: Sebastião Salgado: Amazônia - 45Th Ed
ISBN: 9783754403433
Idioma: Português
Encadernação: Capa dura
Formato: 16 x 22 x 3,5
Páginas: 512
Ano copyright:
Coleção:
Ano de edição: 2025
Edição: 45ª
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Sebastião Salgado nasceu na cidade mineira de Aimorés, em 1944, mas vive em Paris desde fins da década de 1960. Obteve o mestrado em Economia pela Universidade de São Paulo, em 1968, e tornou-se doutor pela Université de Paris, em 1971. Trabalhou na Organização Internacional do Café, em Londres, entre 1971 e 1973, antes de retornar a Paris e passar a fotografar profissionalmente para a agência Sgyma em 1974. Transferiu-se no ano seguinte para a Gamma, iniciando a documentação sobre as condições de vida dos camponeses e índios latino-americanos que o tornaria mundialmente conhecido. Em 1979 deixou a Gamma pela prestigiosa agência Magnum, que chegou a presidir e na qual permaneceu até 1994, ano em que criou, com sua esposa Lélia Wanick Salgado, a Amazonas Imagens. Em 1982 foi contemplado com o prêmio Eugene Smith (EUA), inaugurando assim uma longa série de importantes prêmios internacionais, entre os quais se destacam o World Press (Holanda, 1985), o Oscar Barnack (Alemanha, 1985 e 1992), o Erna e Victor Hasselblad (Suécia, 1989), e o de Fotojornalismo do International Center of Photography (EUA, 1990). Recebeu ainda diversas outras honrarias, sendo representante especial da Unicef e membro honorário da Academia das Artes e Ciências dos Estados Unidos. É autor, entre outros, de Trabalhadores (1997), Terra (1997), premiado com o Jabuti 1998 na categoria Reportagem, Serra Pelada (1999), Êxodos (2000), África (2007) e Gênesis (2013).