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Autor: Machado de Assis
Editora: Melhoramentos
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Um romance, um autor e um narrador que nos desafiam! A obra do defunto autor de Machado de Assis causou tamanho choque que os críticos e todo o público que a lia questionaram seu conteúdo, forma, linguagem e, até mesmo, renegaram o que viria a ser um dos maiores clássicos de língua portuguesa. Vista os óculos da consciência machadiana e siga pelos flashbacks memorialísticos de um típico burguês do século XIX. Atente, desconfie e veja como Machado satirizou os leitores de uma época.
Título: Memorias Postumas De Bras Cubas
ISBN: 9786555397901
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 13,5 x 20,5 x 1,25
Páginas: 240
Ano copyright: 2024
Coleção: Classicos Melhoramentos
Ano de edição: 2024
Edição: 2ª
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Autor: Machado de Assis
Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. Nascido no Morro do Livramento, de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou universidade. Fundador da Cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras, ocupou sua presidência por mais de dez anos. Sua extensa obra constitui-se de nove romances e peças teatrais, duzentos contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas. Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias póstumas de Brás Cubas (1881). Este romance é posto ao lado de todas suas produções posteriores, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, ortodoxamente conhecidas como pertencentes a sua segunda fase, em que se notam traços de pessimismo e ironia. Sua primeira fase literária é constituída de obras como Ressurreição, A mão e a luva, Helena e Iaiá Garcia, onde notam-se características herdadas do Romantismo, ou "convencionalismo", como prefere a crítica moderna.